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 Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou

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Persephone B. Cavalier
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Out 20, 2010 2:14 pm

Humm... Mais ou menos assim:



?
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Camily J. Conard
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Out 20, 2010 2:51 pm

yey! \o/

exatamente, ficou o Cris direitinho, parabens Liah.
xD




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Persephone B. Cavalier
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Out 20, 2010 4:32 pm

Hahahaha... Valeu, Cami ^^

Agora já tenho uma imagem mental BEEEM mais definida dele. Vou tomar a imagem como base, kkkk.

Mais uma coisinha... Quando tem cap? *-----*
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Camily J. Conard
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qui Out 21, 2010 11:17 am

é pq no DA dele ele ta com a capa e o capuz, n da pra ve-lo direito. (:

ah, só pra n confundir, os vampiros q apareceram no CEAT só n tavam de capa pq tipo, o dia tava nublado, meio chuvoso, ou seja sem luz do Sol. ^^

ah, n deve demorar n, ja to acabando. ^^




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G. C. Volturi
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qui Out 21, 2010 3:40 pm

Vai Cami, posta o capítulo. xD





I still remember the world from the eyes of a child. Slowly those feelings were clouded by what I know now...
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Camily J. Conard
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qui Out 21, 2010 3:42 pm

yey, thanks G.^^
ta grandinho gente, 8 pags. \o/


Capítulo 5 – Passo meu primeiro dia na casa de Cristiangelo

A primeira coisa que notei ao entrar na casa de Cristiangelo foi que esta estava incrivelmente bem arrumada e limpa. Em seu hall havia uma pequena mesinha com um espelho em cima que ficava em uma das paredes. Do outro lado um cabideiro estava com uns casacos pendurados. Passando pelo hall, na sala tinha um sofá grande e bonito com uma poltrona que faz conjunto com o sofá ao lado. Uma grande televisão de tela LCD conectada a um DVD e um Wii ficava num reck de alta qualidade. Uma pequena mesa ficava entre o reck e o sofá. Uma grande mesa ficava um pouco afastada para a direita do sofá. As paredes eram pintadas de branco e uma delas continha um quadro de Jesus Cristo muito bem feito assinado por uma tal de M. Tenreiro. Uma janela bem grande estava aberta, deixando o ar ventilar bastante pela sala. Uma porta podia ser vista em frente à mesa, mas estava fechada. O corredor podia ser visto ao lado esquerdo da sala e tinha quatro portas, todas também fechadas.

- Nada mal hein? – disse Cristiangelo, com seu sempre presente, ar superior e de deboche. – Vem, vou te mostrar seu quarto.
- Ok... – respondi, pegando as malas.

Enquanto andava, Luke começou a se mexer em meu colo e logo começou a ganir. Olhei para Cristiangelo, ele estranhou e fez um movimento com a mão como se dissesse: “É, tanto faz”. Mas logo ele acrescentou:

- Só não deixe ele ficar fazendo suas necessidades pela casa.

Respondi que tudo bem, soltei Luke no chão, que logo começou a correr e sumiu, e ele me levou até a porta que fica em frente à mesa. Cristiangelo abriu-a para mim e eu entrei. Era um tipo de quarto de hóspedes, muito bonitinho por sinal. Tinha uma cama, um criado mudo ao seu lado, um armário para colocar as roupas e uma TV grande – não tão grande quanto a da sala, mas bem grandinha. Uma janela igual a da sala ficava do lado oposto da cama, com cortinas que bloqueiam a luz para dormir melhor.

Coloquei minhas malas num canto e sentei na cama. O colchão era muito macio. Cristiangelo sentou-se ao meu lado.

- E aí, o que achou? – perguntou o vampiro, me olhando confiante.
- É muito bom, obrigada. – respondi meio de má vontade pois nunca havia pensado que elogiaria um quarto de hóspedes que eu ficaria na casa de Cristiangelo. Me levantei e respirei fundo, andando em direção as malas para abri-las e guardar as roupas no armário. – Vou tirar minhas coisas ok?
- Ei ei, que isso? – perguntou Cristiangelo, levantando uma sobrancelha. – Deixa as malas aí, depois você arruma suas coisas. Não ta com fome?
- Estou, mas... – tentei falar isso sem parecer uma ofensa, mesmo sabendo que nada iria ao menos arranhar o grande ego de Cristiangelo. – Você sabe cozinhar? Quero dizer, você é um vampiro.

Cristiangelo riu e saiu do quarto. O segui. Ele foi para o corredor e entrou na primeira porta. Era a cozinha, que mais parecia uma daquelas cozinhas de comercial de Casas Bahia e tal. O fogão ficava encostado na parede direita e ao seu lado, porém um pouco afastada, ficava uma geladeira. Uma prateleira suportava o micro-ondas e a pia ficava de frente para tudo isso. Um monte de armários ficava em cima dela, provavelmente vazios. Uma mesinha ficava no canto esquerdo. Afinal, pra que um vampiro tem tanta coisa na cozinha se só precisa de uma geladeira para guardar sangue?

Perto do fogão, tinha uma área de serviço com máquina de lavar roupas, tanque e duas portas.

Cristiangelo sentou em uma das duas cadeiras da mesinha e sentei na outra. Ele me perguntou o que eu queria e respondi que qualquer coisa servia. Deu de ombros e se virou para a cozinha novamente.

- Maria! – chamou Cristiangelo.

Uma moça de aproximadamente quarenta anos chegou na cozinha, vinda de uma das portas da área de serviço. Maria parecia cansada, mas veio de qualquer jeito, talvez por medo, sei lá.

- Sim? – disse Maria com sua voz aguda. Cristiangelo fechou os olhos, aquilo devia ser um pesadelo para ele. – No que posso ajudar?
- Você poderia fazer alguma coisa para nossa nova hóspede comer? – perguntou Cristiangelo, escondendo a raiva na voz.
- Mas eu já estava indo para casa senhor. – disse Maria, franzindo a testa.
- São quatro da tarde ainda, você só sai às cinco. – respondeu Cristiangelo friamente.
- Mas senhor, eu estou doente! – exclamou a pobre Maria. Eu é que não queria ser ela. – Você disse que eu poderia ir mais cedo para casa.
- Sim, mas tivemos mudança de planos, não percebeu? – disse Cristiangelo com arrogância. – Ou você é muito estú...
- Quer saber, Cris? – chamei, escondendo minha raiva por ele tratar Maria assim. Isso totalmente chamou a atenção de Cristiangelo, eu nunca havia o chamado de Cris antes. É, eu não sou só uma garotinha que bota fogo nas casas, eu tenho cérebro. – Eu peço comida por telefone ok? Pode ir Maria, vá para casa e fique melhor.

Maria sorriu agradecendo para mim e balançou a cabeça. Então ela foi para o quarto de empregada, de onde ela tinha saído antes, e continuou fazendo o que estava fazendo antes.

- Se importa se eu usar seu telefone? – perguntei calmamente.
- Hein? Ah, claro, vá em frente. – disse Cristiangelo, meio distraído. Porém, para Cristiangelo, distraído não é uma boa imagem, então ele logo sorriu confiante e se virou para mim. – O telefone está lá na mesa, na sala.

Fui até a sala e peguei o telefone na mesinha. Me sentei no sofá e disquei o número que eu tenho decorado de uma pizzaria. Infelizmente, a pizzaria que eu tenho o número decorado é um pouquinho longe. Pedi uma pizza média de calabresa, pois estava realmente com fome, e uma lata de Guaraná.

Cristiangelo apareceu na sala quando eu estava desligando o telefone e Maria veio atrás dele. Ela disse um “tchau” para mim e saiu pela porta da casa, pegando seu casaco no cabideiro.

Luke apareceu saltitando e pulou em meu colo. Comecei a acaricia-lo enquanto Cristiangelo olhava para Maria e então para mim.

- Então. – disse Cristiangelo. – Gosta de pizza hein? Eu nunca comi nenhuma pizza.
- Nunca? – exclamei, me virando para ele. – Nossa, você tem que provar.
- Alô, eu sou um vampiro, não como comida normal. – disse ele e, posso estar errada, mas senti uma gota de desejo de ser humano.
- Mesmo assim, é pizza com refrigerante!
- Eu não vou gostar.
- Você vai sim, to dizendo que vai.
- Falou então, se você diz... – Cristiangelo sentou no sofá de qualquer jeito e ligou a TV e o Wii e colocou o Wii Sports. – Quer jogar?
- Ok. – respondi, animada para jogar Wii, já que eu nunca havia jogado. – Mas eu nunca joguei, não sei como é.
- Bem, eu gosto de jogar esgrima e arco e flecha no Wii Sports, me faz lembrar da minha vida antiga. – não comentei nada, pois Cristiangelo não sabia que eu tivera aquele sonho com ele, mas acho que minha expressão me denunciou. Enfim, se ele tiver percebido, na falou nada e me passou um controle. – Primeiro fazer lutar um pouco. O jogo é fácil, basta ficar me batendo. – ele sorriu. – Não deve ser difícil para você, né?
- Ah, já viciei nesse jogo. – eu disse, rindo.
- Mas não de verdade! – exclamou Cristiangelo.
- Eu sei. – eu ri e então olhei para Luke em meu colo – Só um minuto.

Coloquei uns jornais na área de serviço e botei Luke em cima deles, para se ele estivesse com vontade de fazer alguma coisa, fizesse logo. Porém, o cachorrinho saiu correndo e nem ligou para o jornal. Peguei o saco de ração que tinha pego em casa mais cedo e coloquei comida para Luke numa das vasilhas e água na outra. Então voltei para a sala e peguei meu controle.

Ficamos jogando por um tempão, tipo, uma hora direto, e descobri que sou uma ótima esgrimista. Nossas partidas duraram séculos, antes de um de nós ser derrotado. Claro que, no final, eu sempre perdia, mas algumas vezes eu quase venci, o que fazia Cristiangelo fazer muitos deboches de como eu não agüentava lutar por tempo demais e tal. Um dos motivos para eu sempre perder é que, como vampiro, Cristiangelo é muito habilidoso. Além disso, por não sentir frio, ele continuava sem camisa e seu corpo me distraía um pouco. Ridículo, eu sei, mas o que eu posso fazer? São os hormônios. E Luke também atrapalhava quando ficava tentando escalar minha perna, mas, depois de um tempo, ele finalmente parou e começou a dormir. Enfim, ficar lutando foi realmente divertido, mas isso não quer dizer que eu gostava mais de Cristiangelo, continuava achando ele o maior metido, babaca e debochado. Só quer dizer que ele é divertido às vezes.

Depois de esgrima, jogamos o jogo do arco e flecha. Cara, devia existir uma lei me impedindo de tocar num arco com uma flecha pronta porque eu juro que eu podia causar uma explosão de tão ruim que eu sou. Cristiangelo é ótimo, por outro lado. Ele disse que, com o tempo, você vai ficando cada vez melhor, mas logo retirou o que disse quando, depois de meia hora tentando, eu consegui fazer o menor placar possível do jogo após perder repetidas vezes.

Eu estava perdendo novamente quando a campainha tocou. Cristiangelo foi atender enquanto eu errava o alvo e sentava no sofá, derrotada. Olhei a porta pra ver quem era. Era da pizzaria. Eu estava morta de fome e agradeci a Deus pela comida ter chegado. Cristiangelo pagou, pegou a pizza e o refrigerante e fechou a porta.

- Finalmente! – exclamei, indo para a mesa.
- Onde está indo? – perguntou Cristiangelo.
- Para a mesa oras. – respondi, achando a pergunta óbvia demais e fazendo Cristiangelo rir.
- Pode comer no sofá, essa mesa aí nunca foi usada mesmo.
- Sério? – não me julguem, minha mãe não gostava que eu comece no sofá, eu sempre comi na mesa. – Ok, maneiro. – sorri e voltei para o sofá.

Cristiangelo foi na cozinha e voltou com dois pratos. Me deu um e pegou um para si mesmo. Abri a pizza na mesinha e peguei uma fatia. Comecei a comê-la, com a mão mesmo, estava morrendo de fome. Bebi um gole do Guaraná e fiquei olhando Cristiangelo encarar a fatia de pizza em sua mão.

- Come logo! – exclamei, dando mais uma mordida na pizza. – Seu frouxo...
- Ok ok, eu como. – Cristiangelo deu uma pequena mordida e começou a mastigar. – Olha, eu realmente não acho que estou gostando muito.
- Ah, qual é! É pizza, como você pode não gostar?
- Tipo, eu consigo comer e tal, mas não estou gostando do sabor.
- Bem, já que você não vai comer, passa pra cá que eu estou morta de fome.

Cristiangelo me passou o pedaço de pizza e o deixei no meu prato, enquanto comia o outro. Luke acordou com o cheiro da pizza e subiu no meu colo tentando pegar um pedaço, mas deixei-o ao lado de seu pote de ração e voltei a comer tranqüila. Depois do meu nutritivo almoço, às cinco e meia da tarde, eu e Cristiangelo fomos arrumar minhas roupas no armário.

Tudo corria bem até chegarmos nas minhas roupas intimas. Quer dizer, até Cristiangelo chegar, pois cada um ficou responsável por uma mala e, infelizmente, eu esqueci que a dele é que tinha minhas roupas íntimas. Ele pegou uma calcinha minha da Moranguinho, – que eu tenho desde pequena e que eu não uso mais, mas levo para onde eu vou ficar porque me da sorte – ficou segurando e rindo. Me virei para ver qual era a graça e me assustei com o que vi.

- Me dá isso! – gritei, corando tanto que parecia que eu tinha passado um dia na praia sem protetor solar.
- Calcinha bonita a sua hein Clarisse? – ele debochou, segurando a calcinha no ar. Infelizmente para mim, ele tinha mais ou menos um metro e oitenta e eu só tinha um e sessenta e sete.
- Me dá! – fiquei pulando para pegar a calcinha dele e acabei caindo em cima de Cristiangelo.

Caímos no chão e ele ficou sorrindo de um jeito estranho. Não se mexeu nem me tirou de cima dele. Sentei na barriga dele e peguei a calcinha de sua mão.

- É! – exclamei. – Nunca mais ouse pegar essa calcinha.

Ele não respondeu, só continuou com seu sorrisinho bobo. Então percebi que estava sentada na barriga de um garoto – no caso, de um vampiro – deitado no chão e me levantei rapidamente, corando ainda mais do que antes.

- Me desculpe. – disse enquanto ele se sentava encostando em minha cama e rindo um pouco.

Comecei a guardar as calcinhas na gaveta destinada a elas rapidamente, antes que Cristiangelo pegasse outra delas e começasse a me zoar novamente.

Depois de tudo arrumado, me sentei na cama, cansada. Cristiangelo se aproximou e sentou-se ao meu lado. Cheguei um pouco para o lado, me afastando dele, ainda com vergonha pelo que acontecera.

- E então, o que quer fazer agora? – perguntou o vampiro, olhando para mim. – Já são sete e pouca da noite.
- Vou tomar um banho e...
- Colocar sua calcinha da Moranguinho? – interrompeu Cristiangelo, rindo.
- Há há há, super engraçado. – respondi, séria. – Eu ia dizer que ia tomar um banho e ligar pro hospital pra saber da minha mãe. Estou preocupada com ela e por falar em preocupação, eu tenho que ligar pro Lucas e pro Matteus, eles devem estar mortos de preocupação.

Ao ouvir o nome Matteus , Cristiangelo fez uma pequena careta de desaprovação, pois ele sabia que eu gostava de Matteus. Dei de ombros, peguei uma roupa para vestir depois do banho e fui para o banheiro.

Tomei meu banho morninho e me vesti. Estava meio frio, então coloquei um casaco por cima da blusa. Fui para a sala e Cristiangelo me esperava lá.

- Você não é um guarda não? – perguntei, pela primeira vez pensando em como Cristiangelo quase nunca sai de casa.
- Eu era, mas fiz uma coisa errada e me tiraram de meu posto por uns três meses. – explicou o vampiro, me passando o telefone. – Liga aí pra quem quiser.
- Valeu. – respondi, pensando em o que Cristiangelo podia ter feito. Disquei o número do hospital em que minha mãe estava.

Pedi para a recepcionista passar o telefone para o médico de minha mãe e ela disse que no momento não podia fazer isto. Disse para eu passar lá no dia seguinte no horário de visita. Agradeci e desliguei.

Luke, que estava dormindo até agora, pulou no meu colo e deitou, cansado demais para brincar, só buscando carinho.

- Posso te levar amanhã, se quiser. – disse Cristiangelo.
- Quê? – perguntei, me virando para ele.
- Para visitar sua mãe, amanhã. – respondeu o vampiro. – Entendeu?
- Ah, sim, claro. – falei meio confusa. – Você pode dirigir?
- Claro. – respondeu Cristiangelo, como se fosse muito óbvio que ele dirigia.
- Obrigada então. – peguei novamente o telefone e disquei o número de Lucas. – Alô? – perguntei quando atenderam ao telefone.
- Clarisse? – perguntou Lucas no telefone. – Ei, eu soube do que aconteceu com a sua mãe. Sinto muito por isso.
- Ah, tudo bem, amanhã vou visitá-la. – respondi me levantando. Às vezes, quando atendo o telefone, gosto de falar e andar ao mesmo tempo. – E com você, deu tudo certo?
- Sim, minha mãe me buscou depois da aula. Você está com seu pai?
- Não, meu pai me expulsou de casa.
- Então com quem você está? – hesitei antes de responder isso, pois não sabia o que Lucas diria, mas tomei coragem e respondi do mesmo jeito.
- Com Cristiangelo, ele mora no meu prédio. – respondi, meio com medo do que podia vir a seguir.
- Cristiangelo? – perguntou Lucas. – Ah, aquele vampiro que você disse que é o maior babaca? – era isso que eu temia.
- Bem... É ele sim... – respondi olhando para Cristiangelo, que ficou indiferente. – Eu preciso desligar Lucas. Beijos, tchau.
- Tchau... – disse Lucas, enquanto eu já estava desligando.

Me virei para Cristiangelo, que parecia estar pensando e ele olhou para mim com seu, novamente presente, sorriso debochado.

- Sou o maior babaca hein? – perguntou o vampiro, me olhando com seus olhos vermelhos.
- Desculpe, eu não acho mais isso de você, disso isso há muito tempo! – exclamei. Era mentira, claro. Ok, Cristiangelo estava sendo realmente legal comigo, mas sua personalidade continua a mesma.
- Falou então. – disse ele, dando de ombros. – Não vai ligar pro Matteus não?
- Vo, só queria saber de uma coisa que ando pensando. – falei, olhando para Cristiangelo. – Como o vampiro que atacou a minha escola estava sem a capa? Tipo, os guardas estavam, mas sem o capuz. E aquele vampiro não tava com nada. Como ele não morreu?
- Bem, tava bem nublado e meio chuvoso no dia não é? – perguntou o vampiro e assenti com a cabeça. – A luz do Sol não estava chegando a queimar entende? Se estivesse ensolarado, o vampiro teria sido frito ali na hora. Provavelmente, se fugisse, seria morto no dia seguinte pelo Sol.
- Entendo... – respondi e peguei o telefone. Disquei o número de Matteus e coloquei o telefone no ouvido, enquanto esperava alguém atender.
- Alô. – disse a mãe de Matteus do outro lado da linha.
- Alô, eu poderia falar com Matteus? – perguntei.
- Quem fala?
- Clarisse.
- Ah, olá Clarisse, querida. Claro, um segundo. Matteus! Telefone pra você!
- Ok! – ouço Matteus gritando de sua casa. – Alô? – disse ele quando pegou o telefone.
- Matteus, é a Clarisse. – respondi.
- Clarisse! – disse ele, meio aliviado e meio surpreso. – Eu estava pensando sobre você agora. Sabe como é, me perguntando por que você saiu correndo e se você estava bem, devido ao que aconteceu depois da aula.
- Você já sabe? – perguntei, apreensiva.
- Claro, saiu no jornal. Meu pai estava assistindo e quando apareceu sobre a sua mãe, meu pai me chamou correndo. Sinto muito sobre isso.
- Tudo bem... Nada aconteceu comigo, só um trauma pessoal. Mas nada demais. Eu fui comprar um cachorrinho com o Lucas.
- Que legal! – disse Matteus animado. – a gente pode se encontrar quando eu for levar o Alvim pra passear. – ah é, Matteus tem um cachorro. Ri do nome, sempre rio. – Qual é? Ta rindo de novo, Alvim é bonito ok?
- Ok... – falei, meio sarcástica.
- Então, onde você ta morando? Com seu pai? Por que esse não é número dele...
- Bem... – hesitei um pouco antes de responder, mas então me lembrei de como Lucas reagiu e minha coragem voltou. – Bem... Com o... Cristiangelo.
- Com quem?! – gritou Matteus. Lá se foram minhas esperanças de uma conversa tranqüila. – Com o Cristiangelo? Aquele babaca metido a gostosão?
- Ele está sendo bem legal comigo e... – falei em tom baixo mas fui interrompida rapidamente.
- Isso é um plano, ele está tentando chamar sua atenção! – gritou Matteus de novo. Pude ouvir sua mãe reclamando e Matteus mandando ela sair de seu quarto. – Não entende?! É um plano!
- Olha, pode até ser, mas eu estou sem casa! – respondi, aumentando um pouco o tom. – Não pude fazer nada, meu pai me expulsou da casa dele antes mesmo de eu me mudar pra lá.
- Você podia vir morar aqui! – exclamou o garoto, indignado. – Ou lá na Bia! Mas aí?! O que deu em você?
- Olha, eu não to com humor pra outra briga ok? – respondi, ficando brava. Quem ele pensa que é, meu pai? Não! Retiro isso, Matteus é muito melhor que meu pai, mas ele no momento estava agindo como um pai normal, não se pode negar. – Se for ficar gritando é melhor eu desligar.
- É melhor mesmo. – retrucou Matteus irritado e desligou.

Desliguei o telefone e abaixei a cabeça. Eu odiava brigar com Matteus, era horrível para mim. Eu já estava tão acostumada com a idéia de que Cristiangelo estava sendo legal comigo que pensei que ele ia me abraçar. Ao invés disso, ele só encostou no sofá, colocou as mãos na parte de trás da cabeça, assobiou e disse:

- Esse aí não vai muito com a minha cara. Falando nisso, para quantas pessoas você disse que eu sou babaca? Se você ligar pra tal de Bia agora e dizer que está aqui, ela vai gritar que eu sou babaca também ou dois por hoje está bom? – ele deu uma risadinha e esperou minha resposta com um pequeno sorriso sarcástico.

Me virei para Cristiangelo perplexa pensando em como ele podia dizer uma coisa dessas numa hora como aquela e ia começar o falatório para cima dele mas quando vi a expressão em seu rosto, o sorriso sarcástico e confiante e os olhos com um ar brincalhão, pude perceber um pingo de angustia por eu ter falado mal dele para as pessoas.

Olhei o relógio, eram quase oito da noite. Me levantei, peguei Luke no colo, que quase não se moveu, de tão adormecido e fui para meu quarto. Coloquei Luke na cama, escolhi uma roupa para o dia seguinte, vesti meu pijama e peguei o livro que eu estava lendo no momento: Eragon. Eu adoro livros de aventura, mas também gosto dos de romance e os de suspense. Depois de ler um pouco, fui dormir, pois o dia tinha sido exaustivo, não se pode negar. Além disso, eu tinha que ter energia para o amanhã, já que ia visitar minha mãe no hospital e minha vida mudaria tragicamente.

Continua...




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Luke K. Foster
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Seg Out 25, 2010 6:01 am

Li os capítulos que faltavam e tenho que dizer que cada vez gosto mais dessa fic.

Ficou muito bom mesmo, parabéns.
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Camily J. Conard
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Seg Out 25, 2010 12:00 pm

thank god alguem leu isso.

obrigado Luke, que bom q gostou.

ninguem nunca lia, tava começando a desanimar. .-.

anyway, o proximo deve demorar...




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Persephone B. Cavalier
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qui Out 28, 2010 8:44 am

Próximo vai demorar? NÃÃÃO!!! Por queeeeee?!?!?! T____T
hauahuahauhaua


Eu li, Cami.
Demorei, mas li (:

E pra variar, amei... hauahuahuahaua
Faz essa maldade nooom.... Nom demora pra postar caaaap T____T
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Camily J. Conard
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qui Out 28, 2010 12:27 pm

pq eu to meio com preguoça de fazer.
usahsuahsu'

xD

q nada, o importante é q leu.
^^'

vlw, achei q esse cap n ficou tao bom pq ficou meio futil buut...
ia ter coisa importante nele, mas ia ficar mt enorme entom deixei assim msm. ^^

sorry, mas pode demorar.




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Bruna Black
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Ter Nov 16, 2010 3:06 pm

Finalmente consegui terminar de ler!
Antes eu não tinha tempo e depois eu esqueci de terminar Razz
Eu lembrei por causa do Awards xD

Citação :
Além disso, eu tinha que ter energia para o amanhã, já que ia visitar minha mãe no hospital e minha vida mudaria tragicamente.

Uuuuh, já ta prevendo o futuro hein, Clarisse? Aposto que você é uma bruxa disfarçada como eu Cool



Quando vai postar novo cap? (:






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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Ter Nov 16, 2010 3:30 pm

nossa, a essa hora eu n esperava coments. xD

vc n disse nada, mas acho q pelo coment vc gostou entom q bom q gostou do cap Bru. ^^

n, ela n ta prevendo o futuro, é q a historia ja passou e ela ta contando.
xD

n ta meio obvio?

em breve teremos new cap.

e, aproveitando q a Bru postou, eu fiz FMs dos chars:

Clarisse:



ela ficou exatamente como eu tinha imaginado. ^^

Matteus:



ok, eu imaginei ele mais bonito e acho q o q faz ele ficar meio estranho nesse FM é q aparentemente Face Makers n tem cabelo sem franja e curto como eu imaginei. pena. --'

Cristiangelo:



exatamente como imaginei e achei ele bem gatoso. xD

Miguel (o cara da prisão pra quem n lembrar quem é ¬¬)



exatamente como queria e bem gatoso tbm. *--*'

William (o líder dos vampiros pra quem n lembrar quem é ¬¬²)



como imaginei. ^^

Lucas:



o Lucas ta bem parecido como o q eu imaginei, mas n ta igualzinho por causa do cabelo.
o cabelo dele eu tinha imaginado mais bonito o q fazia dele mais gatoso na imaginaçao. ^^




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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 5:35 am

Cami já q vc insistiu TANTO pra eu criar uma conta aqui acabei criando... Agora faça-me um grande favor...
POSTA LOGO O PRÓXIMO CAPÍTULO E PARA DE ME ENCHER MULHER!
*zoooooooaaaa*
\o/
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 5:41 am

vc é mt chata Vick. xD
zuera, te amo, aki o cap:


Capítulo 6 – Minha visita ao hospital muda tudo

Acordei na manhã seguinte animada com a idéia que iria ver minha mãe. Era sexta, mas paciência, eu quase nunca faltava, um dia não faria diferença.

Cristiangelo não estava em casa, procurei por ele em todo canto, mas não o encontrei. Derrotada, fui tomar banho e me arrumar, pois o horário de visita era cedo, de dez da manhã até uma da tarde. Se eu não chegasse a tempo só poderia visitá-la às cinco da tarde e não estava a fim de esperar.

Coloquei comida para Luke, que veio correndo e pulando em minha direção. Troquei o jornal dele, pois ainda era novo demais para passear e fui ao banheiro. Estava lavando o rosto quando ouvi o barulho da porta abrindo.

- Bom dia! – ouvi a voz melodiosa de Cristiangelo da sala. – Te trouxe café, ta com fome? Aqui não tinha nada a não ser sangue e, eu nunca comi, mas dizem que comida de hospital é horrível.

Sequei meu rosto na toalha e fui para a sala. Já estava vestida, blusa básica e calça jeans, pronta para ir. Cristiangelo estava com a roupa pronta também e, como sempre que saía, sua capa preta por cima de tudo.

Ele foi para a cozinha e começou a tirar as coisas da sacola. Pão, queijo, manteiga, leite, Nescau, umas frutas e yogurt. Para um vampiro, até que ele sabia o que comprar. Tomei um copo de leite e comi um queijo-quente. Como sempre, com Luke pulando no meu colo e tentando comer minha comida. Depois, escovei os dentes, coloquei meu filhotinho na área, onde estavam seu jornal, sua comida e sua água, fechei a porta e fui para a sala.

- Vamos! – exclamei, animada, com medo e ansiosa ao mesmo tempo. – Vamos, já são nove e meia!
- Calma, Clarisse. – respondeu Cristiangelo, mal humorado, do banheiro. – Já vou, só estou botando minhas lentes.
- Pra que lentes?
- Digamos que o pessoal do hospital tem um certo... “probleminha” com vampiros.
- O que vocês fizeram? – perguntei, incerta de que queria ouvir a resposta. Cristiangelo riu, como se a lembrança fosse engraçada.
- Nada não... – depois de rir mais um pouco, suas lentes estavam postas e seus olhos, verdes. Ficavam muito mais bonitos assim do que com aquele vermelho forte dos olhos de vampiro. – Vamos.

Saímos do apartamento e descemos no elevador até a portaria. O dia estava claro, quase sem nenhuma nuvem no céu, mas não estava abafado, o que era bom, pois apesar de eu gostar de Sol e calor, odiava quando estava abafado demais.

- E aí Seu João? – falei sorrindo para o porteiro.
- Olá Clarisse. – ele respondeu, não olhando para o vampiro ao meu lado.
- Hello, senhor insignificante. – disse Cristiangelo, sorrindo debochadamente.

Dei um soquinho de leve em seu braço e olhei para ele com um pouco de raiva. Ele riu e botou os braços em meus ombros, me enlaçando. Rapidamente tirei seu braço de mim, o que o fez rir mais.

- Tchau Seu João. – eu disse, um pouco irritada depois do acontecimento. – Me desculpe por isso.
- Tranqüilo. – respondeu o porteiro.

Comecei a andar em direção a garagem e ele me seguiu como se nada tivesse acontecido. Isso me irritava profundamente, Cristiangelo não tinha o menor respeito por humanos.

Cheguei na garagem e parei, pois não sabia qual era o carro que devíamos pegar. Cristiangelo surgiu ao meu lado e andou casualmente até seu carro, um Jaguar XF 2010, como ele me disse depois.

- Caramba. – exclamei.
- O governo paga bem. – respondeu ele simplesmente, dando de ombros. – Qual hospital?
- Policlínica de Botafogo.

Entrei no carro, ao lado de Cristiangelo e ele entrou no banco de motorista. Ligou o carro e saiu. Eu tinha a vaga impressão de que nós estávamos indo rápido demais, o que foi comprovado quando, ao passar por um quebra-mola, eu quase atravessei o teto.

- Não está indo rápido demais? – perguntei. Não estava com medo, pois Cristiangelo sabia dirigir e bem, mas mesmo assim...
- Para um vampiro isso é bobagem. Mas se quiser que eu desacelere é só falar.
- Então vai mais devagar por favor.
- Não to a fim. – respondeu ele, rindo um pouco. Hoje estava mais infantil que o normal.

Revirei os olhos e me acomodei no confortável banco. Em poucos minutos já estávamos estacionando na garagem do hospital e eu estava tão nervosa que parecia que ia vomitar de nervosismo. Entramos na recepção, Cristiangelo tirou o capuz de sua capa e fui direto falar com a recepcionista.

- Oi, eu sou Clarisse, falei com alguém daqui ontem por telefone, vim visitar minha mãe, Clara Villardo. – as palavras saíram se atropelando de minha boca e fiquei surpresa pela recepcionista ter entendido alguma coisa.
- Ela está no quarto quatorze. – respondeu a moça. – Siga reto e depois vire a esquerda.
- Obrigada.

Comecei a andar rápido, pois não se pode correr no hospital e Cristiangelo me seguiu calmamente pelos corredores, olhando em volta e rindo como se seja lá o que tivesse acontecido no hospital, lhe trazia lembranças muito engraçadas.

Andamos mais um pouco e chegamos ao quarto quatorze. Quando entrei lá, minha mãe estava deitada em sua cama, dormindo. Sorri com pena e meus olhos ficaram um pouco molhados de emoção.

Me sentei na poltrona que tinha do lado da cama onde minha mãe estava e Cristiangelo ficou em pé, apoiado na parede. O médico entrou e, depois de dizer bom dia, pediu para eu ir falar com ele, mas Cristiangelo, sempre se adiantando, disse que era com ele que devia falar e os dois saíram por um instante.

Depois de o que pareceu uma eternidade, mas na verdade foram apenas alguns minutos, Cristiangelo voltou à sala e o médico saiu, dizendo que tinha coisas para fazer. Pela cara dele, as notícias não eram boas. Me levantei e meu coração começou a bater forte e, mesmo com o ar condicionado, comecei a suar, com medo do que ele poderia falar.

- Olha, eu vou facilitar isso pra você. – disse Cristiangelo e eu já esperava o pior. – Quando o carro de sua mãe capotou, ela entrou em coma – engoli em seco, meus olhos cada vez mais embaçados pelas lágrimas – e, por causa de alguma história de uma bolha lá, ela pode ter perdido o movimento das pernas.
- Mas ela vai ficar boa não é? – minha voz saia mais fina do que o normal, pelo meu estado.
- Não tem como saber se ela perdeu ou não o movimento e se ficará boa ou não até ela acordar do coma. Isso se... Se ela acordar.

Desabei na poltrona, e comecei a chorar tanto que meus olhos começaram a arder e ficar vermelhos. Cristiangelo parecia estar com pena e veio em minha direção. Ele se sentou no braço da poltrona e me enlaçou novamente, mas dessa vez eu não tirei seus braços. Ao invés disso, apoiei minha cabeça em seu peito e continuei a chorar.

- Shh, calma, vai ficar tudo bem. – Cristiangelo dizia essas e outras palavras de consolo que nunca pensei que ele pudesse dizer e me sentia agradecida por ter alguém ali comigo naquele momento.

O vampiro me abraçou mais forte e eu comecei a falar coisas sobre minha mãe e como ela era a pessoa mais maravilhosa desse mundo e Cristiangelo provavelmente não estava entendendo nada. Não tinha problema, naquele momento eu esquecera de quem ele era, de o que ele era, naquele momento ele era apenas um amigo me confortando e, se possível, eu realmente pensei por uns instantes que ele era humano e não vampiro.

Acabei pegando no sono ali mesmo, nos braços de quem eu mais desprezara minha vida inteira, além, eu acho, de meu pai. Para você ver como as circunstancias mudam as pessoas...

---

Acordei algumas horas depois. Cocei meu olho e, sonolenta, olhei o relógio. Já era meio dia e quarenta e cinco.

- Boa tarde. – disse alguém que não reconheci a voz.

Olhei para cima e vi que Cristiangelo ainda estava na posição de quando eu adormeci. Não acreditei quando vi. Ele ficara mesmo lá por duas horas enquanto eu dormia? Fiz essa pergunta a ele. Ele riu debochadamente por uns instantes e então respondeu:

- Não, eu saí. Estava com sede. Mas então voltei e me recoloquei aqui.
- Entendi. – minha voz saia estranha, meio rouca. – Me desculpe por desabafar com você, nem te conheço direito.
- Sem problemas.
- E obrigada.

Ele não respondeu e olhei para minha mãe. Ela parecia tão frágil... Parecia que se eu tocasse nela, ela quebraria. Me levantei e andei até a sua cama. Então comecei a acariciar sua testa, tirando os cabelos de seu rosto.

- Ai mãe... – suspirei tristemente. – Fique boa logo, por favor. Não conseguirei viver sem você aqui para me ajudar e... bem, sem você. Por favor... – meus olhos ficaram molhados de novo.

Você já perdeu um pai? É horrível. A pessoa que te apoiou a vida inteira de repente não está mais lá. Ou mesmo se seu pai ou sua mãe não te apóiam, a sensação de perder um pai é horrível. Agora, pegue essa sensação e multiplique por cem. É o que estou passando. Além de minha mãe não estar lá comigo, eu não sei o que vai acontecer com ela. Não sei se vai viver, não sei se vai morrer, tudo é incerto e isso... isso é muito pior do que perder um pai. Você fica com esperança de que as coisas vão melhorar, mas no fundo, não tem a mínima idéia e isso me apavora. Mais do que tudo que eu tenho medo, eu não suporto a idéia de não saber se minha mãe vai conseguir. E saber que ela talvez esteja paraplégica, é horrível. Então, não diga que pode entender o que estou passando. Pois não pode.

Cristiangelo, vendo que eu estava triste e chorando novamente, me abraçou. Eu meio que já estava contando com seu abraço. O que eu não esperava era o que aconteceu em seguida.

- Clarisse? – disse uma voz conhecida da porta.

Me desvencilhei do abraço e me virei de súbito. Pega pela surpresa, não sabia o que falar.

- Matheus? – exclamei.

Matheus parecia tão surpreso quanto eu. Mas a minha surpresa era boa, a dele parecia mais um choque emocional. Não entendi a principio, mas então olhei para o lado, vi Cristiangelo parado e entendi tudo.

- Eu tenho que ir. – murmurou o garoto da porta.
- Não, espera! – corri em sua direção e o virei para mim. – Matheus! O que faz aqui?
- Bem, eu soube o que acontecera com sua mãe e vim te visitar, pra ver como estava e se precisava de um ombro amigo. – pelo tom de voz ele estava irritado. – Mas pelo jeito você já tem um amigo. – ele recomeçou a andar e o parei de novo.
- Espera. O Cristiangelo só estava sendo um amigo Matheus, seja um também!
- Você não precisa da minha amizade, já tem a desse vampiro. Volta lá pros braços gelados dele!
- Olha só, você não tem o direito de falar assim. – exclamei, começando a me irritar também. – Ele não é nada demais para mim, apenas um novo amigo que foi amigo o suficiente para me trazer para ver minha mãe e me consolar! Era o que você devia estar fazendo, me ajudando a passar por esse momento, que é muito difícil para mim, e não dificulta-lo.
- Era o que eu ia fazer! – Matheus já estava gritando e uma enfermeira olhou para nós, provavelmente imaginando se já era hora de pedir para não gritar. – Mas aparentemente ele chegou antes. Então, me desculpe por estar atrasado Clarisse e boa sorte com a sua mãe.

Depois dessa, ele saiu pisando forte e não o impedi, pois fui pisando forte de volta para o quarto.

- Nossa. Humaninho estressadinho aquele, hein? – Cristiangelo riu como se aquilo fosse uma piada. – Não consegue ver a namoradinha se abraçando com outro.

Apertei os olhos, cansada do humor infantil do vampiro. Respirei fundo, mas quando vi que ele estava se preparando para outro comentário, não agüentei.

- E você! – fui andando em sua direção – Se não fosse por você nada disso teria acontecido!
- Hein? – perguntou Cristiangelo, confuso. Ele estava certo, na verdade não tinha culpa nenhuma, mas eu estava com a cabeça quente, não pensei na hora.
- Se você não tivesse me trazido aqui e me abraçado, isso não teria acontecido. Matheus teria entrado e ele me abraçaria e estaríamos fazendo as pazes por aquela briga no telefone!
- Calma, Clarisse! – exclamou Cristiangelo levantando as mãos em sinal de rendimento. – Vamos pra casa, lá você dorme um pouco pra acalmar porque você ta tipo, uau. – ele fez um gesto que dava a entender que eu estava fora de mim.

Deu uma grunhida – sim, uma grunhida – peguei minha bolsa e saí em direção a garagem. Lá, entrei no carro e fiquei esperando, até que o vampiro apareceu e entrou no Jaguar como se nada tivesse acontecido. Isso me irritava profundamente. Na verdade, tudo me irritava profundamente. Acho que eu tinha acabado de passar para o quarto estágio do luto – apesar de ninguém ter morrido –, raiva.

Chegando na casa de Cristiangelo, fui direto para o meu quarto e bati a porta. Me tranquei lá e me joguei em minha cama, com algumas lágrimas caindo pelo meu rosto. Lágrimas de raiva, frustração. Raiva de tudo que estava acontecendo até agora, o coma de minha mãe, a briga com Matheus, tudo. E tudo era culpa dos vampiros!

Se não fosse o estúpido vampiro que atacou a escola, aquela garota, Naomi, não teria morrido e minha mãe não estaria em coma. Se não fossem os vampiros, muita gente ainda estaria viva e vivendo bem melhor do que agora. Isso tinha que acabar, os vampiros só trouxeram sofrimento para nossa raça.

E foi nesse momento que eu decidi que eu precisava fazer alguma coisa. Foi aí que eu decidi formar minha própria rebelião. E foi aí que percebi que minha visita ao hospital mudou tudo.

Continua...




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Última edição por Camily J. Conard em Ter Jul 10, 2012 8:42 pm, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 5:57 am

Õo revoltadinha ela, não?
Pera... Primeira a comentar
*Dancinha*
E aí começa a rebelião, a Cami é má viu?
hsuahsushau'
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Camily J. Conard
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 9:26 am

hehehe, revoltadinha. xD'

adoro revoltados, eles sao maras.
e pra começar uma rebelião a pessoa tem q ser revoltada.

q bom q gostou Vick, primeira a comentar. o/

o DA q eu fiz.*-------*




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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 9:28 am

EIIII QUAL É? Mais uma Vick aqui? Assim não dá!
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 9:32 am

Vi (vo passar a te chamar pq a Vick é a Vick eu n posso chama de outro jeito xD), obrigada por comentar sobre a fic no topico da fic '-'

se vc tiver algo a falar sobre o cap avisa ok?

enquanto isso, sim, outra Vick aki.




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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 9:56 am

Õo prazer Vi... Sou a Vick (HÁ trocadilho infame)
Gostei mesmo do cap. Cami e ai de vc se não postar logo o próximo hein? Temos sempre uma corrente pra enviar...
\o/ Adoro piadas internas
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 10:02 am

aushaushau

pode demorar um pouco Vick. xD
vc viu qnt demorou pra sair esse.

xD
q piada interna toscaaaaaaaaaa. suahsuahsuahsuah'

Citação :
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vc mora na Ilha da Imaginação? [/ofilmepiadatosca²]




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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 10:19 am

Pode até ser...
Tosca a culpa foi sua q reenviou a corrente Suspect
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 10:58 am

VICKKK!!!!!! \õõõ/
Você por aquiii *-------*


Ahh!! Ficou bom o cap, Camiii!!!! *-----------------*
Eu jah sabia da mãe dela \õ/
Afinal, eu que ajudei nessa parte... KKKK'
E o discurso de "então não diga que você entende" ficou muito bom ^^

E começa a revoltaaa!! \õ/
Mais?


Ahh.. Pra mim a Vick (vithoria) é a Vick original \õ/
Pq sou do ALC a mais temop que do tD. Então conheci a Vick (vithoria) antes de conhecer a Vick (Victoria), que também vou passar a chamar de Vi ^^
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 11:01 am

Hey estou ganhando popularidade aqui
uahsuashuahsuahsuahaus'
Dexa ver é a Liah certo?
No shit Sherlock....
kkk³
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 11:23 am

yey. \o/

thanks Liah, q bom q vc gostou.
eu tenho q dizer, eu tirei a ideia do discurso de Friends. xD
eu sei, nada a ver né?
bem, vai entender...

anyway, a Vick (vithoria) tbmé minha Vick original pq hell, conheço ela desde os bons tempos do MA. xD
na vdd, eu q apelidei ela de Vick. *--*




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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 11:24 am

E de zonglóide tb nééééé?
O Andrew nunca mais esqueceu dessa...
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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Qua Dez 15, 2010 12:18 pm

hehehehehe

vei, EU tinha eskecido dessa.
falando nisso, como vai o Andy?
mas para de floodar Vick, vc flooda mt. xD'

gente, esse cap ficou pekeno, só 5 pags, entom pra compensar, prometo q o prox vai ter tipo, 7 ou 8.
xD




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MensagemAssunto: Re: Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou   Hoje à(s) 6:48 am

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Vampires – A Rebelião. Capítulo 7 – A rebelião começou
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