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 Crystal Energy I - The Warlock

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Victória Volturi
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qui Dez 02, 2010 6:46 am

wouuu ta mara *-*

To até vendo onde isso vai parar
Continua Anne
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Persephone B. Cavalier
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qui Dez 02, 2010 12:30 pm

Gostei \õõõõõ/


Quando tem mais? :B

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Luke K. Foster
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Sex Dez 03, 2010 3:42 pm

Li todos os capítulos Anne, e só posso dizer que estão perfeitos.

Continua ok?
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Alice F. P. von Rozen
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Dez 06, 2010 6:14 am

Valeu povo *--*
Capítulo novo \õ/


Capítulo Quatro: Os Mitchell

“Os espinhos que ficaram cravados neste coração
Estão prestes a cair por terra
E as batidas do relógio me informam
Que a hora está por vir...”


Um Ano Depois...


Eu tinha apenas 24 horas de vida. Ou de existência, tanto faz. Aquilo não era viver.
Eu havia fugido há quatro dias. Só tinha mais um sobrando. E então eu explodiria no fogo maldito.
Mas deixe-me contar como consegui escapar...

Eu passara um ano inteiro formulando um plano. Não era perfeito, nem à prova de erros, mas eu iria segui-lo. Levy fora grande culpado. Confiou demais em mim.
Levy me prometeu que me deixaria sair, com ele, a cada seis meses. Deixaria também que eu tivesse acesso ao resto da casa/armazém. Então, com seis meses de existência, dei meu primeiro “passeio”. Assim que anoiteceu, Levy abriu a porta do calabouço e me mostrou todo o resto do local. Me deixou andar por ele para me acostumar e me levou para uma caçada. Tê-lo o tempo todo me encarando, me sufocava. Ele cuidava para que eu nem pensasse em escapar.
Mas aquela caçada me fez sentir como era ser um vampiro de verdade, e não um de estimação. Eu senti o vento fustigando meu rosto, e tornou tudo mais real. E meu desejo de viver aquilo sempre, não só duas vezes ao ano, aumentou.
Eu precisava fugir.

Na segunda vez, aproximadamente um ano após minha transformação, ele me liberou mais cedo. Enquanto eu “dava uma olhada” na casa, ele me esperava na porta dos fundos para a caçada. Respirando fundo, sem necessidade, olhei para a porta da frente, trancada.
O que ele dissera sobre os recém criados? “Depois de um ano, sua velocidade e força adicionais diminuem e ficam mais balanceadas com as dos vampiros normais”. Eu nunca havia usado essa velocidade e força adicionais. Agora era a hora.
Corri na direção da porta, que estourou com meu chute. Sem parar para olhar ao redor, corri na direção da floresta que margeava os armazéns. Me enfiei no meio das árvores, forçando-me na velocidade máxima, sem olhar para trás. Sabia que era uma questão de segundos até ele perceber e me perseguir. Teria que cobrir uma grande distância nesse meio tempo.
Era noite. Mas isso não me atrapalhava. Minha visão, perfeita, registrava cada árvore, cada folha, cada falha no chão, cada pedra e cada vida animal da floresta. Eu me esquivava das árvores e das outras barreiras com facilidade, como se fossem nuvens. Me permiti dar um sorriso. Era daquele jeito que eu queria viver: o vento no rosto, a velocidade, o perigo. Qualquer coisa era melhor do que o calabouço.
Foi então que ouvi passos atrás de mim. Virei a cabeça, e Levy me perseguia, no entanto, estava bem distante. Seu rosto se contorcia de fúria. Dei uma piscada para ele.
Eu não sabia se havia alguma cidade próxima de Seattle, que eu pudesse alcançar antes dos cinco dias. Mas iria arriscar. Com certeza eu encontraria algo; nem que fosse um túmulo para me deitar antes de explodir.
Eu corria, cada vez mais, e ouvia barulhos atrás de mim. Pelo visto, Levy estava derrubando árvores de frustração. Até que a terra embaixo de meus pés ficou mole, e eu caí nela.
Areia movediça? De onde tinha vindo aquilo? Eu lutava para me soltar, e Levy se aproximava.
- EU CONTROLO OS ELEMENTOS, SUA INÚTIL! E O QUE VOCÊ PODE FAZER? NADA! NADA, SUA RECÉM CRIADA IMUNDA E MAL AGRADECIDA! – gritava ele, enlouquecido.
Usando toda a minha força, me libertei da areia movediça. E, logo a minha frente, um penhasco. A floresta tinha duas opções: continuar em frente e dar a volta em toda Seattle, ou pular no penhasco e cobrir uma boa distância nadando, até alcançar a floresta, bem mais adiante. Optei pela segunda opção, e mergulhei no penhasco. Para minha surpresa, eu nadava tão bem quanto corria, e afastei-me de Seattle, deixando Levy para trás. Olhei para ele, parado na beira do penhasco, de braços cruzados, e seu sorriso cruel se estendia por sua face, brilhando à distância.
Porque ele não estava me seguindo? Será que apenas os recém criados podiam nadar com tanta facilidade?
Virei a cabeça e continuei nadando. Alcancei a costa em alguns minutos. Em terra, continuei correndo, sem parar, sem olhar pra trás, apenas seguindo em frente.

Passei os últimos dias correndo pela floresta. Estava faminta, precisava me alimentar, mas não parei de correr. Mesmo durante o dia, percebi que o local aonde eu estava era frio, e não havia muito sol. Então, ficar entre as árvores ficou muito mais fácil.
Então chegara aonde estava agora; atrás de um carvalho, à beira de um lago, observando outra vampira se alimentando.
Eu apenas a tinha visto de costas, mas sabia que era uma vampira. A pele branca, o cheiro, o modo como se debruçava sobre o alce que abatera...
Eu não sabia se ela seria pacífica ou agressiva. Não era sempre que aparecia uma vampira nova por ali, eu supunha. Então, entregando meu destino nas mãos do acaso, aproximei-me dela, vagarosamente. À uns dez metros de distância, parei. E pigarreei.
- Eu sei que você estava me observando – disse ela, com uma voz em soprano, de toque infantil, carinhoso. Ela se virou, limpando o sangue que escorria da boca com um lenço.
Ela era belíssima. Seus longos cabelos loiros alcançavam a cintura, presos em uma trança. Os belos olhos amarelados eram simpáticos e calorosos. Branca feito a neve, como eu, ela usava um vestido branco e estava descalça. Era muito elegante.
- Eu sou Diana... – disse ela, observando-me. Concluí que eu não estava nas melhores condições; minha roupa provavelmente fedia a peixe morto. Ela se aproximou, sorrindo – Diana Mitchell.
- Eu sou Mari Onette. – respondi, estendendo a mão. Ela a apertou.
- Então, o que está fazendo por aqui, Mari? Parece estar fugindo de algo...
- Estou. Do meu criador.
Ela se retesou. Olhou para trás. E então perguntou:
- Recém criada?
- Um ano.
- Sozinha?
- Sim.
- Bom criador? Ou mal?
- Está mais para mal, eu acho – dei uma risadinha. Ela assentiu, séria.
- Venha comigo. – e saiu em disparada. Eu a segui, cautelosa.

Adentramos na floresta, seguindo uma trilha semi-invisível. Não muito longe dali, via-se uma casa, construída num estilo colonial, branca, e grande. Seria a casa de descendentes coloniais, ou seja, que tinham bastante dinheiro. Não que eu me importasse com isso, mas todos aqueles anos com meus pais magnatas me ensinaram como avaliar os bens das pessoas.
Diana entrou na casa, sem cerimônia, e fez um sinal com a mão para que eu avançasse. Entrei na casa, silenciosamente. Era um ambiente alto e claro, com móveis de cores claras, flores por todos os lados e cortinas. Era um lugar agradável para estar.
Ouvi passos, e Diana agora estava com dois outros vampiros, e os três olhavam para mim.
Um dos vampiros abraçava Diana. Ele tinha cabelos pretos encaracolados, olhos amarelos e um rosto franzino, com traços que lembravam um elfo. Ele sorriu, simpático, e avançou, erguendo a mão:
- Sou Nicholas, mas fique à vontade para me chamar de Nick. É um prazer conhecê-la, Srta...?
- Mari – respondi. Ele retornou para seu lugar, ao lado de Diana. Com um olhar de indagação, olhei para ela, que riu.
- Ele é meu noivo – ela sorria. O outro vampiro avançou mais vagarosamente, e, com uma expressão séria, também ergueu a mão:
- Eu sou Reynaud Mitchell, o patriarca. Fico feliz em conhecê-la, Mari.
- Igualmente. – respondi. Eu olhava ao redor, nervosa, e encontrei um relógio na parede. Eu tinha exatamente 22 horas de vida. Suspirei.
- Algo a está aborrecendo? – perguntou Diana.
- Eu fugi há cinco dias. Tenho 22 horas de vida.
Eles pareceram confusos.
- Do que está falando? – perguntou Nick.
- Eu fugi do meu criador há cinco dias. Com esse tempo vou explodir em chamas, não?
Diana deu uma risadinha.
- Quem lhe contou tamanha bobagem?
Reynaud estava sério. Aproximou-se de mim:
- Quem lhe contou isso?
- Meu criador. – respondi.
- Você sabe o nome dele?
- Levy.
- Aaah não... Tinha que ser ele. Que estúpido! – reclamou Diana. Nick concordou com a cabeça.
- Mari, isso é mentira. Os vampiros não explodem com cinco dias após a fuga de seu Criador. Eles não tem nenhuma ligação com aquele que os criou. – disse Reynaud.
- N-não? – perguntei. E um alívio se espalhou por mim. Então estava livre de Levy e do fogo. Era bom demais para ser verdade.
- Então você é uma recém criada, sozinha. Não quer se juntar a nós? – perguntou Reynaud.
Eu pensei por alguns segundos. Eu não tinha para onde ir. Não sabia praticamente nada sobre o mundo dos vampiros. Não era melhor ficar ali, onde havia achado uma família? Eles eram incrivelmente legais. E não caçavam humanos, pois tinham os olhos amarelos. Era... Era perfeito
- Se vocês me quiserem...
- Claro que queremos! Francamente, estou cansada de ser a única mulher na casa! – reclamou Diana. Nick deu um sorris sem graça – Finalmente terei a irmã que sempre quis! – ela riu.
Reynaud desapareceu, correndo escada acima, e voltou rapidamente, com alguns papéis. Nick arregalou os olhos:
- Você ainda tem essas coisas, pai? Pensei que tivessem sido destruídas no incêndio.
- Eu salvei alguns. Sabia que iria precisar. Eu disse a vocês que tinha visto ela se aproximando. – respondeu ele, sério. Aproximou-se de mim, com os papéis em mão e uma caneta. Eu olhava para ele, atônita.
- Assine aqui.
Assinei, sem saber realmente o que estava fazendo. Ele guardou os papéis.
- Levarei para o advogado amanhã. Bom, Mari... Agora você é uma Mitchell.
Eu estava feliz. E não sabia dizer porquê. Talvez fosse porque aquela era a primeira família verdadeira que eu podia ter. E, bizarramente, eles eram vampiros. E eram mais unidos do que minha própria família.
Diana me puxou pelo braço e sentou no sofá comigo. Reynaud e Nick nos acompanharam.
- Agora, nos fale tudo o que sabe sobre os vampiros, e nós lhe contaremos o resto. – disse Reynaud, atencioso.
- Isso pode demorar um pouco, mas você terá absorvido tudo antes mesmo que perceba! – disse Diana, feliz.
- Vamos lhe contar sobre nós também. Nossa origem. E você pode nos falar sobre sua vida. Afinal, temos a noite toda para isso – Nick também parecia feliz.
- Ah. Certo. – concordei, animada. Reynaud pigarreou algumas vezes, e começou:
- Há cerca de 500 anos...

- Você tem cara de ser inteligente. Trouxe mais alguns livros para você! – disse Diana, depositando uma pilha de livros em minha cama.
A casa tinha quatro cômodos. Reynaud usava o primeiro, Diana e Nick dividiam o segundo, e os outros dois eram para hóspedes. Bom, agora um deles pertencia a mim.
Era um quarto com pouca iluminação. A mobília era clara, como o resto da casa. Havia uma cama king size (superficial, porque nenhum de nós dormia, mas precisávamos manter as aparências para os estranhos), um aparelho de som de última geração, uma estante cheia, até o topo, de CDs e livros, uma televisão de última geração, com um aparelho de DVD junto à ela, um closet embutido na parede (muito fashion por sinal), várias almofadas e pufes jogados no chão, em cima de um tapete cinzento. Era um lugar aconchegante. Fiquei feliz de ver aquele lugar como meu quarto.
- Diana, não precisa trazer tantos. Mal terei tempo para lê-los! – reclamei.
- Acredite, você lerá todos. Já que nós não dormimos e você, hm, não tem outras coisas para fazer à noite, você vai precisar de muitos livros, e de muita música. – disse ela, emanando sabedoria. Suspirei.
- Certo então. – peguei o livro do topo da pilha e examinei-o. A capa era preta, simples. Letras garrafais douradas na capa diziam “A Origem das Espécies”.
- Vai precisar ler livros assim. A escola é puxada. – Diana sorria.
Aquela menina era fantástica. Apesar de conhecê-la há menos de 24 horas, eu a amava como se fosse minha irmã. Ela havia estendido a mão para mim sem nem me conhecer. Sem duvidar, sem hesitar, ela me ofereceu sua amizade. Seria eternamente grata por isso.
- Espero que seja. Gosto de exercitar meus neurônios – respondi, guardando a pilha de livros na estante e jogando A Origem das Espécies em cima da cama.
- Se precisar de qualquer coisa, mais livros, conselhos fashion, ou alguém para conversar... Sabe onde me encontrar – ela piscou. Eu abri um sorriso e acenei com a cabeça.
- Pode deixar. Obrigada, Diana.
- Disponha – ela saiu do quarto. Tranquei a porta e recostei-me na cama, com o livro A Origem das Espécies nas mãos.
Então tudo o que eu sabia sobre os vampiros era real. A não ser o fato de que os vampiros não explodiam quando deixavam seus criadores, e alguns deles podiam ter poderes. Segundo Reynaud, Levy podia controlar os quatro elementos. Assustador.
Até mesmo os Mitchell possuíam poderes. Diana era capaz de apertar ou diminuir laços afetivos, e até mesmo podia avaliar seu poder. Reynaud podia ler os pensamentos das pessoas com apenas um toque. Nick não tinha poderes.
Diana acreditava que eu tinha algum poder, mas não sabíamos qual. Contei-lhes, detalhadamente, sobre a noite de minha transformação, como eu estava quando me tornei vampira. Pensei ter visto algo nos olhos de Reynaud quando narrei a situação, mas ele disfarçou. Ele tinha encontrado algo.
Reynaud ainda contou que não são apenas os vampiros que existem. Outras criaturas mitológicas também estavam á solta, pelo mundo todo, inclusive em Forks. Lobisomens, fantasmas e bruxos, eram esses que, além dos vampiros, habitavam a escuridão do mundo.

Sobre a história dos Mitchell, me contaram tudo, mas vou resumi-la: Reynaud Mitchell, há 500 anos, foi transformado em vampiro por seu pai, quando tinha 32 anos, e transformou o filho, Nicholas Mitchell, em um, quando o mesmo fez 18 anos. Nick não suportou ficar longe de sua noiva, Diana Green, e, com a permissão do pai, transformou-a também, quando ela tinha 16 anos. Então os três passaram a viajar, adotando a dieta do “sangue animal”. Passaram muito tempo na Inglaterra. E, quando os colonos ingleses vieram para as “terras do Norte”, eles vieram também, e testemunharam a criação e independência dos Estados Unidos.
Estavam em Forks há dois anos. Nick e Diana freqüentavam a escola e Reynaud era professor de História na Forks High School.
Onde, por sinal, eu começaria a estudar amanhã, segunda-feira.
Eu havia deixado a escola com a minha fuga. Em pleno começo do terceiro ano. Foi tenso me imaginar de volta à uma instituição escolar... Horários, livros, trabalhos, pessoas...
Eu não conseguia ver como me encaixaria nisso.
Diana já tinha roupas, material, tudo pronto. Talvez fosse melhor seguir o conselho dela e ir ler algo para passar o tempo, até que o dia amanhecesse.

Abri A Origem das Espécies na primeira página e comecei a ler.


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Dez 06, 2010 6:52 am

xD, Vampirinha rebelde <3 Lol, Anne, percebi que sua fic mistura três séries/filmes de criaturas místicas:

- The Vampire Diaries(Bruxos)
- Twilight(Vampiros e Lobisomens)
- Supernatural(Fantasmas)

*Louco pra descobrir quem eu sou xD*




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Alice F. P. von Rozen
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Sex Dez 17, 2010 5:44 pm

Sem novos comentários? Aaah, assim a fic n ganha novos capítulos T.T


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Sex Dez 17, 2010 7:34 pm

Ai, Anne, sorry. Não tinha visto que tinha caps novos.
Ta muuuuito boa a fic *--*
Continua ^-^






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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Dom Dez 19, 2010 10:57 am

Anne, me desculpe também, eu não vi que tinha capítulos novos e nem pude entrar no pc.

Li todos os que faltavam e tenho que dizer, a descrição, a narrativa, está tudo perfeito.
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Alice F. P. von Rozen
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Dez 20, 2010 3:26 pm

Obrigada Luke e Bru *-*
Capítulo novo!


Capítulo Cinco: O Professor de Química

“Mergulhado nas águas frias
Meu coração tenta respirar
E a chama da esperança acesa
Ilumina meu rosto vazio
Como eu posso viver sem alma?”


- Você está divina! – guinchou Diana, virando-me, com um brilho no olhar.

Eu estava em meu closet, testando as roupas que Diana havia me dado. Eu, decididamente, precisava ter uma tarde para me enfurnar numa loja e comprar roupas que combinassem mais comigo. Digamos que eu não queria ir para o colégio em um vestidinho rosa cheio de babados.
- Diana, eu não vou usar isso! – resmunguei, tirando o vestido. Ficar de roupa íntima na frente dela nem era tão constrangedor; tínhamos corpos perfeitos.
- Mas ficou tão lindo em você... Faz esse agrado pra mim! – ela fez biquinho. Balancei a cabeça e lhe entreguei o vestido.
- Você se parecesse com a Barbie mais do que eu. Fique com ele – respondi, procurando calças jeans e camisetas.
- Você é careta. Precisa de um senso fashion mais apurado! – disse ela, dobrando o vestido no braço – Teremos séculos para despertar isso em você!
- Prefiro que esse instinto fique adormecido, Diana. Não quero despertá-lo se não preciso dele – respondi, com uma calça jeans escura e uma camiseta azul marinho no braço. Comecei a vesti-los imediatamente.
- Careta – resmungou ela, virando o rosto. Reprimi um sorriso.
Encontrei um par de All Stars e uma jaqueta cor de chocolate. Coloquei os dois e apanhei a mochila preta que Diana havia me dado. Ela me ofereceu um relógio e um colar. Uma rosa vermelha com ramos negros entrelaçados era o pingente. Eu adorei.
- Fique para você. Acho que combinam com sua personalidade – ela disse, feliz. Seu colar tinha um pingente com um coração dourado. Supus que também representasse a personalidade dela.
- Obrigada – respondi, sorrindo. Ela sorriu de volta.
- Disponha. Ah, coloque estas lentes de contato. Seus olhos vermelhos vão assustar os alunos – ela deu uma risadinha e me deu uma pequena caixa preta. Lá dentro, duas lentes de contato descansavam. Eu as coloquei, e no mesmo momento me senti desconfortável. Elas não atrapalhavam, mas eu podia ver cada falha, digital e arranhão em sua superfície.
- Em um ano você já terá os olhos amarelos. Então, adeus lentes.
- De qual cor são essas lentes?
- Castanhas.
- Certo. Mas qual cor estão meus olhos?
- Cor de lama – ela deu de ombros.
Descemos as escadas. Reynaud já não estava lá, apenas Nick na cozinha, conferindo alguns papéis. Diana se aproximou sorrateiramente e plantou-lhe um beijo na bochecha. Ele fez o mesmo.
Pigarreei, sem graça. Não queria atrapalhar os pombinhos, mas estava meio “deslocada” ali. Eles gargalharam juntos. Nick passou por mim correndo e o ouvi ligando o motor do carro. Diana aproximou-se.
- Vamos no Porsche do Nick. Rey levou a Mercedes – ela parecia preferir a Mercedes do que o Porsche.
Corremos até a garagem. Era ampla, mas provavelmente só haviam três carros ali, pois o Porshe estava de saída, o Mercedes estava com Reynaud e havia um carro nos fundos, coberto por um lençol. Tentei olhar mais de perto, mas o olhar homicida que Diana me lançou me fez recuar. Entramos no Porsche e Nick partiu, à toda velocidade, por outra trilha na floresta, esta maior, para a passagem de carros.

A viagem foi tranqüila. Em dez minutos, estávamos na Forks High School. Nem parecia um colégio.
Diana deu um beijo de despedida em Nick e guiou-me até a Secretaria. Todas as pessoas pelas quais passávamos ficavam estarrecidas, nos encarando. Aquilo era bem chato.
Na secretaria, recebi uma caderneta onde deveria ter a assinatura de todos os meus professores. A secretária, curiosa, fez muitas perguntas, às quais Diana respondeu por mim, deixando-a desapontada. Ao sairmos de lá, Diana pegou a caderneta de minhas mãos e piscou, dizendo que “iria providenciar todas as assinaturas sem que eu mexesse um dedo”. Com isso, ela me deixou na porta de minha primeira aula, e saiu flutuando, digo, caminhando pelo corredor para sua sala.
Com um suspiro, entrei em minha sala onde, como era de praxe, todas as cabeças se viraram para me encarar, abismadas. Sentei-me no fundo, na cadeira mais afastada, o que fez com que todos se virassem o tempo todo para me olhar, irritando o professor. Por sorte, ele parecia achar que a culpa não era exatamente minha, mas de seus alunos facilmente distraídos.
As aulas até o almoço se passaram assim. Rapidamente, eu absorvia cada novo assunto, cada questão, cada exercício sem mover um músculo. E respondia às questões que me eram feitas, com perfeição. Eu era a perfeita nerd esquisitona.

No almoço, encontrei facilmente Diana e Nick sentados em uma mesa afastada. Três bandejas de comida enfeitavam a mesa. Sentei-me com eles, com uma cara de interrogação. Diana se curvou e murmurou:
- Finja que come. Podemos comer alimentos, mas eles não tem gosto para nós nem são digeridos. É um tanto desagradável.
- Ou você pode simplesmente jogá-los fora, como Diana faz – disse Nick, taciturno. Diana revirou os olhos.
- E isso me fez ganhar a fama de anoréxica em toda Forks – bufou ela, irritada. Eu sorri.
No fim, acabei jogando a comida fora. Não me importava que me chamassem de anoréxica. Já tinha ouvido coisa bem pior.

Diana me levou para minha próxima aula, Química. Deixou-me na porta, e saiu saltitando para sua classe. Havia muita gente dentro da sala, o que me fez achar que estava quase atrasada. Entrei rapidamente.
Os lugares do fundo estavam ocupados. Havia um lugar, junto à janela, na frente da mesa do professor disponível. Odiaria ter que sentar ali, mas foi o que fiz. O professor ainda não estava na classe.
Fiquei olhando para fora. O céu nublado era escuro, e triste. Exatamente como eu me sentia por dentro.
A diminuição no barulho da sala fez com que eu me virasse. O professor havia acabado de entrar na sala, e todos se calaram, felizes. Pelo visto, ele era um professor querido pelos alunos.

Mas ele não tinha cara de professor. Era alto, quase uma cabeça mais alto do que eu. Magro, um pouco musculoso, como se praticasse artes marciais. Seu cabelo era loiro-acastanhado, brilhante, liso e rebelde, espetando em todas as direções, o que lhe dava certo charme. Seus olhos cinzentos eram brilhantes. Ele era muito bonito para um humano. Usava calça jeans, tênis, uma camiseta cinzenta e um jaleco branco por cima. Ele parou à frente da sala, examinando cada rosto, com uma expressão de alegria.
- Sejam bem vindos ao 3º ano de Química! – e os alunos aplaudiram, gargalhando.
Congelei. Aquela voz... Eu conhecia aquela voz.
Era a voz das minhas alucinações, quando eu me tornava vampira.
O que era mesmo que ela dizia? “Eu não vou abandonar você. Eu não posso mais. E você sabe disso
Era mesmo a voz dele. O tom carinhoso... Era a mesma voz.
E o cheiro... O cheiro que emanava dele..
Era o cheiro mais doce que já havia sentido em minha vida.
Segurei-me na carteira. Eu tinha apenas um ano. Eu não sabia me controlar, porque nunca tinha sentido um sangue tão... Tão tentador como aquele. Eu podia sentir as batidas de seu coração. O sangue correndo por suas veias, cantando para mim, inebriante e sedutor.
Enquanto eu comparava as vozes em minha mente e tentava não pular da cadeira direto para o pescoço dele, ele observava todos os alunos. Até que seus olhos pousaram sobre mim, e eles se arregalaram. Ele pigarreou e pegou uma ficha na mesa.
- Então temos uma novata este ano! O seu nome é...
Por favor, não diga meu nome completo!” desejei com força.
- ...Anne Marie Mitchell, certo? – ele me observava. E ficava mais difícil me controlar. Eu desejava aquele sangue... Eu desejava aquele rapaz.
Mas que filho da mãe” pensei, desgostosa.
- Sim.
- Mais uma Mitchell. É prima deles? – perguntou ele, curioso. Suspirei.
Diana havia me dito que, caso perguntassem meu grau de parentesco com eles, eu deveria dizer que era irmã de Nick. Afinal, nós nos parecíamos mais do que eu e Diana.
- Sou irmã de Nick – respondi.
Ele parou por um instante, pensativo.
- Não sabia que Reynaud tinha outros filhos além dele.
- Eu estava viajando pela Europa – Não era mentira. Eu havia viajado pela Europa. Cinco anos atrás.
- Hm.. Certo então. Tem dificuldade em alguma parte de minha matéria?
- Não, senhor.
- Ótimo. Ah, antes que me esqueça, eu sou Matt Harper.
- É um prazer conhecê-lo.
- Bom, pessoas. Vamos começar com reações de ionização. Sim, eu sei que esse é assunto do segundo ano, mas vamos precisar fazer muitas revisões. Quero todos vocês na faculdade, não debaixo da ponte, pedindo esmola! – ele sorria. Seus olhos eram hipnotizantes.
Ele voltou-se para o quadro e começou a copiar. Eu permaneci observando.
Depois de ter copiado praticamente o quadro todo, ele se voltou. Eu era a única que não copiava. Reações globais eram ridiculamente fáceis.
Ele se aproximou de mim, dessa vez sério.
- Porquê não está anotando?
- Eu não preciso.
Ele assentiu, pensativo.
- Já estudou isso antes?
- Sim.
- Então pode me dizer como realizamos uma reação global?
A esta altura, toda a classe nos observava. Sem tirar os olhos dele, respondi:
- Adicionando água e H3O+.
- Qual a principal diferença entre reações globais e reações de ionização?
- As reações globais precisam ter resultado no final, com a quantidade de moléculas de água e de H3O+ que foram utilizadas em toda a reação.
Ele assentiu novamente. E caminhou até a porta.
- Classe, copiem a teoria que está no quadro. Volto em alguns minutos. Anne, pode me acompanhar?

Bufando, segui-o. Do lado de fora da sala, encostado na parede, ele me esperava.
Eu não podia ficar tão perto dele sozinha. Era perigoso. Era idiota. E se eu não conseguisse... E se eu... Eu jamais me perdoaria se o mordesse. Eu nem o conhecia.
- Por favor, não me chame de Anne – falei, séria. Ele me encarava, sério também.
- Porquê?
- Prefiro que me chamem de Mari.
- Ninguém chama você de Anne?
- Poucos sabem que esse é meu primeiro nome.
- Então vou me dar o luxo de chamá-la assim, ok?
Suspirei. Como ele era irritante!
- O que o senhor deseja comigo?
- Mesmo que entenda o assunto, não seria de todo mau se você copiasse.
- Eu não gosto de copiar – Na verdade, eu não gostava que as pessoas me obrigassem a fazer as coisas. Eu ficava fora de controle quando era pressionada.
- Mas precisa. Você não é capaz de guardar todos os assuntos do ano na cabeça – ele riu.
- Eu me recuso – respondi, cruzando os braços. Eu podia muito bem ser irritante também.
- Ora, Anne. Seja razoável.
- Você não é muito jovem para ser professor? – perguntei, antes que pudesse me conter.
- Eu sou estagiário. Ensino química mas também estudo aqui – ele respondeu, pensativo – Pode me chamar de Matt.
- Quantos anos você tem? – perguntei.
- Dezessete. E você?
- Dezesseis.
- E então, está disposta a voltar para a sala e copiar?
- Não.
- Então vai para a secretaria – ele parecia triste. Dei de ombros.
- Certo então. – eu enfrentaria todos os castigos do mundo, mas ninguém ia me forçar a fazer nada, muito menos ele.
Ele guiou-me até a secretaria. Deixei um bom espaço entre nós enquanto caminhávamos. DISTÂNCIA, gritava minha mente. Eu precisava ficar distante se quisesse me conter.
Ele explicou toda a ridícula situação para a secretária, e juntos eles desenvolveram um castigo para a novata rebelde. Eu esperava do lado de fora da secretaria, na chuva, e puxei o capuz da jaqueta por cima da cabeça. Depois de alguns minutos, ele saiu, sereno, de lá, e veio até mim.
- Seu castigo vai ser passado para seu pai.
Por pouco não perguntei “Meu pai?”, mas então lembrei que, para todos, eu era filha de Reynaud e irmã de Nick. Suspirei.
- E posso saber qual é o devido castigo?
- Você vai passar o fim de semana na minha casa.


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Dez 20, 2010 4:47 pm

xD Capítulo perfeito Anne, Eita...começou a retratar o que tá acontecendo no tD, castigo na minha casa, eu, professor de química, realidade 1, fantasia 3 xD

Opa...me morde logo...tá com vontade, pode vir ^^




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Dez 20, 2010 7:23 pm

Adorei o cap Anne (:






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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Ter Jan 04, 2011 4:36 am

omg, sorry Anne. D:'

eu eskeci total da fic, mas ja li o cap 4 e adorei. *--*

a Diana parece a Alice. ^^




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Dom Fev 13, 2011 2:55 pm

Capítulo novo semana que vem (:


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Abr 11, 2011 8:21 am

Capítulo novo (ficou muito grande, então dividi em dois). qq


Capítulo Seis: O Castigo: Pt I

“Minha mão gélida
Acalma pacientemente seu coração
E, numa explosão repentina
Eu preciso tê-lo apenas para mim”


- Sua rebelde! Primeiro dia de aula e já conseguiu castigo! – Nick ria, deliciado. Diana estava emburrada, provavelmente perguntando-se onde havia errado em minha preparação escolar.
Havia anoitecido, e estávamos sentados na sala de estar. As cortinas estavam fechadas. Diana zapeava pelos canais da televisão em velocidade máxima. Reynaud e Nick jogavam xadrez e eu tinha Entrevista com o Vampiro aberto no colo. A Origem das Espécies fora incrivelmente entediante, então eu o havia terminado e iniciado outro. Era fantástico ver como os humanos retratavam a nós em sua literatura.
- Você precisa tomar mais cuidado, Mari. Sabe como será perigoso passar um fim de semana inteiro com Matt. Ainda mais depois do que você nos relatou – disse Reynaud, movendo sua torre.
Eu havia contado a eles como o sangue do rapaz era desejável para mim. Como doía resistir.
- Eu sei. Mas ele é irritante. Eu não resisti. Odeio quando me obrigam a fazer algo.
- Acostume-se – disse Diana, me encarando, séria – Como vampira, dê adeus ao seu livre-arbítrio.
- O que precisamos agora – comentou Nick, movendo um de seus peões – é dar apoio para a Mari e seu castigo. Pai, consegue fazer com que Matt repense o castigo ou diminua a duração?
- Possivelmente. Acho que anular vai ser difícil, ele é cabeça-dura. Mas posso fazê-lo diminuir. Do fim de semana todo para um dia, apenas. – respondeu ele, pensativo.
- Obrigada. Diminuir metade já torna mais fácil – respondi, aliviada.
- Você entende que, se mordê-lo...
- Vou passar a maldição, da qual nenhum de nós sabe do que se trata, para ele. Sei.
- Certo. Também sabe que, se mordê-lo, devido à tentação do sangue, pode não conseguir parar... – disse Diana, preocupada. Assenti, bruscamente.
- ...e ele morre sem sangue. Quer parar de me assustar? – perguntei, mal-humorada. Ela riu.
- Desculpe. Só estava tentando ajudar. Que livro é esse?
- Entrevista com o Vampiro.
- Anne Rice?
- Sim.
- Acabo de lembrar. Mari, porque você não gosta que te chamem de Anne? – perguntou Reynaud, de repente.
- Hã? Quem te disse isso? – perguntei, confusa.
- Matt.
Diana deve ter percebido minha cara de aborrecimento, pois riu. Eu a fitei, com um olhar psicopata. Ela se calou.
- Sim, sim, é verdade. Quase ninguém sabe que esse é meu primeiro nome. Então prefiro Mari.
- Anne Marie. É um lindo nome – ponderou Nick, enquanto Reynaud derrubava um de seus cavalos.
- Acho di-vi-no. Uma linda combinação de dois nomes franceses, extremamente chiques. Você tem ascendência francesa? – disse Diana, em um fôlego só.
- Provavelmente.
- Di-vi-no... – repetiu ela, os olhos longe, sonhadora.
Reynaud pigarreou, sério.
- Bem, boa sorte para você, Mari. Saiba que confio totalmente em sua capacidade de suportar a tentação. Mas, por via das dúvidas, Diana e Nick vão treiná-la durante esta semana, para que você consiga realmente resistir à todo custo.
Diana estralou os dedos, ameaçadora.
- Prepare-se para sofrer, caloura! A Academia de Treinamento contra a Tentação de Diana & Nick está aberta!
Engoli em seco. Não sabia se ria ou se me assustava.
- Não se preocupe. Ela fala assim mas não abusa de uma mosca – disse Nick, revirando os olhos.
Reynaud concordou com a cabeça e fez um movimento exagerado no xadrez, empurrando o rei de Nick mesa abaixo:
- Xeque mate.

O resto da semana passou indistintamente.
As aulas de Química repetiram-se todos os dias. Os assuntos, sempre mais fáceis e meu caderno, sempre fechado. Matt não parecia reparar. Passava o assunto, explicava para a turma, deixava alguns exercícios no quadro, fazia brincadeiras com alguns alunos da frente e então sentava-se em sua mesa, de onde lançava olhares, de cinco em cinco minutos, para mim.
E eu me mantinha distante, observando o céu nublado e a chuva deprimente pela janela.
Em casa não foi diferente. Diana e Nick conseguiram, sabe-se lá como, vários litros de sangue humano fresco. Não era o mesmo que o sangue de Matt, mas servia para meu treino. Eles colocavam o sangue debaixo do meu nariz, esperando que eu cedesse a tentação de bebê-lo. Resisti corajosamente.
Claro que o sangue animal não tinha o mesmo gosto do humano, muito menos deixava-me tão satisfeita quanto ele. Mas eu sabia a importância que tinha que eu aprendesse a resistir, e o fiz, deixando Diana e Nick assombrados e, embora eles não admitissem, aborrecidos.
- Você ainda não deu nenhum escorregão desde que se uniu a nós... – comentava Diana, olhando-me de soslaio.
- Como assim? – perguntei, confusa.
- Sabe, não deu uma “fugidinha” pra beber sangue humano. Não quebrou a dieta que nós lhe proporcionamos. Muito menos agora que deve estar sendo mais difícil para você.
- Acho que finalmente aprendi o que significa “resistir à tentação” – respondi, distraída. Ela sorriu.
- Por enquanto, sim. Veremos se continua assim pelo resto da sua existência – disse ela, esticando um copo de sangue humano, e depositando-o na minha frente.

Na sexta-feira, após o fim da aula, enquanto eu parava de observar a paisagem pela janela e colocava a mochila nas costas para sair, reparei que a sala tinha se esvaziado rapidamente. Não havia mais ninguém na sala, exceto por mim e Matt. Pelo visto a sexta-feira era muito esperada pelos alunos do Forks High School. Caminhei rapidamente para a porta, rezando para que ele não me chamasse, mas, como sempre, minhas preces foram ignoradas.
- Anne! – chamou ele. Já na porta, voltei-me para dentro. Ele estava encostado em sua mesa, de braços cruzados e uma expressão séria no rosto.
- Sim, senhor? – respondi, aproximando-me um pouco. Ele descruzou os braços e caminhou até mim. Frente à frente, era muito mais difícil resistir. O cheiro, o doce cheiro do sangue dele... Me inebriava... Eu me afastei alguns passos. Ele parecia confuso.
- Eu falei com Reynaud, e seu castigo foi diminuído para um dia. Amanhã. – disse ele.
- Ah. Certo.
- Você deve estar na minha casa amanhã pela manhã. Sem celular, sem iPods nem nada tecnológico – ele parecia estar achando muita graça na situação.
- Estarei lá – respondi. Eu o observei por alguns segundos. Ele permaneceu parado, ainda com a expressão confusa. Eu não podia passar mais nem um segundo ali. Saí correndo, em velocidade humana, na chuva, apenas querendo ficar o mais distante possível de tudo e de todos.

- Certo. Você foi treinada, e está pronta. Por favor, não me decepcione – disse Diana, triste.
Estávamos a alguns metros da casa de Matt. Era uma casa simples, mas charmosa. Ficava entre Forks e a floresta. Diana havia me levado de carro, para não levantarmos suspeitas. Eu estava nervosa. E se as coisas dessem errado? Era tenso ficar perto de Matt. Extremamente tenso.
- Não irei... Vou tentar, pelo menos – respondi, à meia-voz. Ela assentiu.
Saí do carro. Chovia levemente, como sempre, e apressei o passo, em direção à casa.
Ao chegar na porta, suspirei brevemente e bati duas vezes na porta. Alguns segundos depois, ela se abriu e Matt, de pijamas, o cabelo mais bagunçado que o normal, e amassado de um lado, e olhos sonolentos atendia a porta. Ele me olhou, de baixo para cima, visivelmente assustado, e se demorou em meu rosto.
- Porque veio tão cedo? – perguntou, assustado. Eu, provavelmente, o havia tirado da cama. Pigarreei.
- O senhor não estipulou a hora de chegada. Apenas disse que era pela manhã – com certeza faltava seriedade naquele rapaz. Ele bocejou.
- Ah. Certo então. Entre – ele acenou para dentro. Entrei vagarosamente na casa.
Era um lugar bem aconchegante. A lareira estava acesa, um notebook aberto sob a mesa de centro e uma xícara de café ao lado dele. O sofá estava repleto de lençóis e travesseiros. Ele aparentava ter passado a noite ali. O lado de seu cabelo que estava amassado era ridiculamente engraçado. Dei uma risadinha.
- O que foi? – perguntou ele, na defensiva, esfregando os olhos e assumindo uma expressão mal-humorada. Nossa, ele não era alguém muito agradável pela manhã.
- Seu cabelo está amassado. Parece que levou uma travesseirada – decidi ser mais agradável com ele e esbocei um sorrisinho. Ele ainda estava assustado e irritado.
- O que houve com seus olhos? – perguntou ele, passando a mão no lado amassado do cabelo, numa tentativa frustrada de ajeitar. Eu congelei. O que podia haver de errado com meus olhos?
Olhei ao redor. Havia um espelho perto da televisão. Andei até lá e mirei-me, um nó se formando em minha garganta. Droga, Diana tinha esquecido a lente de contato. Meus olhos estavam vermelho-vivo.
- Ah.. Eu.. Eu tenho uma doença. Meus olhos são vermelhos, e eu uso lente de contato para não ser discriminada por isso – falei, em um fôlego só. Ele coçava a cabeça, confuso. Deu de ombros.
- Nunca ouvi falar. Estranho.
- É rara – respondi, desesperada para que ele acreditasse. Ele suspirou.
- Ainda assim... Seus olhos são muito bonitos. Penetrantes.
- Obrigada.
Ele suspirou novamente. Sentou no sofá e fez um sinal para que eu o acompanhasse. Eu me sentei ao seu lado, de cabeça baixa.
- Desculpe por ser tão rude. Você veio muito cedo! Sou madrugador – ele sorriu, envergonhado.
- Tudo bem. Desculpe-me por não ter avisado a hora que vinha – respondi. Não sabia porque, mas não queria olhar em seu rosto. Podia fazer besteira. Mas, mesmo assim, cedi a tentação e olhei.
Sem pensar, sem respirar, estiquei a mão. Habilidosamente, consegui abaixar a parte amassada de seu cabelo, enquanto ele me fitava, silencioso e imóvel.
Ao perceber o que havia feito, recuei a mão e abaixei a cabeça novamente.
- Desculpe.
- Ah... Tudo bem – ele parecia muito confuso. Balançou a cabeça, e recolheu os lençóis – Desculpe pela bagunça. Você me pegou de guarda baixa.
- Porque estava dormindo no sofá? – perguntei, sem realmente parar para pensar. Ele pareceu mais confuso.
- Estava com insônia. Não sou muito bom para dormir; passo horas acordado, pensando em várias coisas. Então desci e achei que o sofá me daria algum sono – ele sorriu.
- Também tenho problemas para dormir – deu uma risadinha. Os meus problemas de insônia eram diferentes dos dele, pelo menos eu achava.
Ele passou algum tempo calado, olhando pro chão. Então, como se tivesse levado um choque elétrico, levantou com um salto e praticamente correu até a cozinha. Ouvi sua voz perguntando:
- Ah... Você tomou café? Quer alguma coisa? Água...?
Opa.

Continua...


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Abr 11, 2011 9:51 am

Citação :
- Estava com insônia. Não sou muito bom para dormir; passo horas acordado, pensando em várias coisas. Então desci e achei que o sofá me daria algum sono

Desde quando você vem aqui em casa analisar minha vida? Tô falando sério, o que você relatou aí...acontece comigo sim .-.

Citação :
Ele passou algum tempo calado, olhando pro chão. Então, como se tivesse levado um choque elétrico, levantou com um salto e praticamente correu até a cozinha. Ouvi sua voz perguntando:
- Ah... Você tomou café? Quer alguma coisa? Água...?
Opa.

Que tal um sangue fresco direto do pescoço? Nem precisa cozinhar =B




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Abr 11, 2011 9:57 am

Matt Shadows escreveu:
Citação :
- Estava com insônia. Não sou muito bom para dormir; passo horas acordado, pensando em várias coisas. Então desci e achei que o sofá me daria algum sono

Desde quando você vem aqui em casa analisar minha vida? Tô falando sério, o que você relatou aí...acontece comigo sim .-.

Digamos que eu te conheço, muito bem. :3

Matt Shadows escreveu:
Citação :
Ele passou algum tempo calado, olhando pro chão. Então, como se tivesse levado um choque elétrico, levantou com um salto e praticamente correu até a cozinha. Ouvi sua voz perguntando:
- Ah... Você tomou café? Quer alguma coisa? Água...?
Opa.

Que tal um sangue fresco direto do pescoço? Nem precisa cozinhar =B

Seria bom. qq Mas, vamos deixar pra depois. õ/


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Abr 11, 2011 11:38 am

eu sei, to atrasada, mas li o 5 e ameei. *-*
vo ler o 6 hoje mais tarde ou amanha, mas leio. \o/




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Dez 07, 2011 12:20 pm

Adoreiii só falta eu ai na história.... Very Happy
vc é muito criativa anne
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Dez 07, 2011 1:10 pm

Até concordo...por que a fic não volta a ser ativa? =3




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qui Dez 08, 2011 4:29 am

Li todos Anne! E como o Matt, vou esperar.

Falta lobisomens, bruxos... e uma batalha xD


God bless us everyone, We're a broken people living under loaded gun, And it can't be outfought, It can't be outdone, It can't outmatched, It can't be outrun ...



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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qui Dez 08, 2011 6:49 am

Tendo lobisomens e bruxos...OMG!OMG!OMG! A FIC DELA É THE VAMPIRE DIARIES O.O -zoa




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qui Maio 24, 2012 8:31 am

continuem assim e daqui a pouco são escritores famosos haha
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   

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Crystal Energy I - The Warlock
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