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 Crystal Energy I - The Warlock

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Alice F. P. von Rozen
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MensagemAssunto: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Nov 24, 2010 8:55 am

Nome da Fic: Crystal Energy I - The Warlock (Energia do Cristal I - O Feiticeiro)
Criadora: Anne \õ/
Status: Incompleta
Idade: 10+
Conteúdo: Romance, violência, exposição de cadáver, linguagem inapropriada (...)
Shippers: Leiam para descobrir -q
Resumo:

"Sangue. Dor. Algum dia isso vai parar?"
O que você faria para ser imortal? Até onde iria para defender suas ideologias?
Abriria mão do seu livre-arbítrio? Arriscaria viver uma nova vida, para fazer o que sempre quis?
Ela arriscou.
O fogo queimava por dentro de seu corpo. Ela estava cega, surda e muda de dor, e cada músculo queimava. Ela desejava a morte, mais do que tudo. Ela queria morrer. Gritou, implorando a seu executor que a matasse e fizesse parar a dor. Qualquer coisa, até mesmo a despedida da vida, seria melhor do que o fogo.
Mas ele não parou.

"Eu me tornei um monstro? O que eu sou? O que devo fazer? E o que significa essa ardência... No fundo da minha garganta?"

As consequências para sua escolha serão irremediáveis, e ela nem faz ideia do que está por vir...



Gente, o nome da fic é Crystal Energy I - The Warlock porque terão mais 2 ou 3 fics dando continuidade a essa... Para contar a história do começo ao fim ^-^
Eu apaguei a Entre Presas e Sangue para escrever essa. A ideia dessa fic veio quando ouvi as músicas Crystal Energy (Kuribayashi Minami) e Paper Moon (Tommy Heavenly6)... A fic simplesmente surgiu na minha cabeça *-*
Quem quiser conferir as músicas:

http://www.youtube.com/watch?v=xfN0bCemPew
http://www.youtube.com/watch?v=u5fstYn4wUQ

A partir de 1 de dezembro, provavelmente serão 1 ou 2 capítulos por semana, geralmente às terças ou sextas...
Meras semelhanças com elementos do jogo Grand Chase são pura coincidência... A história é totalmente original u.u'

@EDIT: A FIC GANHA SUA PRÓPRIA USERBAR!
Adicionem o código abaixo, porque assim a Userbar terá o atalho para o link da Fic ao ser clicada:

Código:
[url=http://twilightdestinys.forumeiros.com/fan-fics-f30/crystal-energy-i-the-warlock-t826.htm][img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif[/img][/url]

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Última edição por Alice F. P. von Rozen em Sab Jun 09, 2012 4:52 pm, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Nov 24, 2010 10:43 am

Amei Anne. *ooo*
Adoro essa coisa de magia e tals.
(Eu sou uma bruxa...)

Pena que apagou a "Entre Presas e Sangue". Eu tinha gostado bastante.

Mas acho que essa vai compensar \õ/
Só não some e começa outra fic, ok?


Posta o 1° cap!



OFF: Breve visita, again.






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Alice F. P. von Rozen
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Nov 24, 2010 10:47 am

Own, brigada Bru *o*
Eu achei perfeito a parada da magia e talz *-*
(Eu também sou uma...)

Não vou sumir com essa, já tenho o esboço de todas as fics. É uma história, que vai ser contada em 4 fics, todas com no mínimo 30 capítulos, provavelmente. Espero que dê tudo certo *-*
Capítulo postado (acabei de terminar):



Capítulo Um: Lua Prateada

“Deixe as penas negras e as rosas vermelhas
Caírem sobre o meu corpo
A luz me rejeitou, a escuridão me acolheu
Apenas para me deixar escolher novamente...”


A vida é uma droga, e aí você morre.

Me lembro de estar com essas palavras na mente em meu último dia como humana.
Claro que eu não fazia ideia do que iria acontecer. Era só mais uma noite como outra qualquer, no bar, com meus amigos, que, por sinal, eram uma ótima influência.
O barulho era ensurdecedor. Digamos que onze adolescentes de dezesseis anos, bêbados, em um lugar só fazia muita algazarra. O dono do bar, enfurecido, nos expulsou à pontapés de lá e, animados, resolvemos ir para uma boate próxima.
Péssima ideia.

Mas, espere. Você deve estar se perguntando quem sou eu, e o que estou fazendo num bar. Não tenha péssimas impressões de mim, por favor. Deixe-me explicar.
As pessoas me chamavam de Mari. Muitas nem sabiam meu real nome, mas Mari era o suficiente para mim.
Eu sou Mari Onette. Não, esse não é meu nome completo. Sim, o nome é estranho. Sou descendente de japoneses. Mas não tenho traços orientais, apenas um pouco nos olhos.
Tenho dezesseis anos. Bom, tinha, naquela noite. Dezesseis anos e uma personalidade muito idiota.
Meus pais, Rachel e Edwin, sempre trataram a mim e minha irmã, Bonnie, com carinho. Afinal, eram ricos. Podiam nos dar o que quiséssemos. Eu sempre odiei isso e nunca fui do tipo “patricinha”. Mas Bonnie adorava.
Então porque eu estava pelas ruas com arruaceiros, se era rica? Simples.
Eu fugi de casa.

Meus pais nunca me procuraram. Eu havia fugido há alguns meses, mas eles nunca se preocuparam. Muito menos Bonnie. Talvez as coisas estivessem melhores sem mim, a “rebelde” que sujava o nome da família, que não agia como uma senhorita e todas essas bobagens.
Minha personalidade tímida e minha baixa auto-estima foram sufocadas pela vontade de descobrir quem eu era. Eu agia feito uma idiota, correndo perigo nas ruas, só para provar que era independente. Só para provar que não precisava do dinheiro dos meus pais idiotas, nem deles.
Eu estava cansada de ser a boa menina, que abaixava a cabeça e aceitava tudo o que me era imposto. Não deixaria que mais ninguém comandasse meus atos.
Eu ia fazer o que sempre quis: mudar o mundo.
Nada de guerras. Nada de ódio. Chega de corações partidos, de armas, de dor. Eu queria um novo mundo, não onde eu governasse, pois era uma líder terrível, mas um mundo onde as pessoas pudessem ser felizes sem limites.
Doces sonhos infantis...

Eu estava morando com meu amigo Jeff, enquanto não arrumava outro lugar. Nem havia terminado o segundo ano do ensino médio, e estava à procura de emprego e um apartamento para morar. E, naquela noite, tudo isso acabou.
Sabe, nunca fui de acreditar em fantasmas, monstros ou bruxos. Acreditava no poder das pessoas. Então o que aconteceu depois me pegou de surpresa.
Ao sairmos do bar, havia um rapaz encostado numa moto do lado de fora. Ele usava uma jaqueta de couro e calças jeans. Com óculos estilo aviador, um sorriso brilhante e uma pele branca, ele acenou para mim. Meus amigos assobiaram, divertidos.
- Calem a boca – suspirei, enquanto examinava o homem. Ele acenou novamente.
Jeff sorria, maliciosamente.
- Talvez essa seja sua noite de sorte, Mari! – e empurrou-me na direção do desconhecido.
Eu torci o nariz. Não era louca de pegar carona com um total desconhecido. Mas o modo com que ele sorria, o mistério que impunha... E o fato de eu estar fora de mim, devido a uns poucos goles de cerveja fizeram com que meu bom senso fosse pro espaço. Saí caminhando, em passos trôpegos, em sua direção. Jeff ria alto, arrancando risadas dos outros.
- Nos vemos pela manhã, se ainda estiver viva! – e eles se foram, gargalhando.
Mal sabia eu que nunca mais o encontraria, fosse viva ou morta.

Parei à alguns passos da moto. Eu o encarava, tentava manter meu foco de visão nele, embora estivesse tudo um pouco distorcido. Ele estendeu a mão.
Olhei para a direita. As vitrines de uma loja chique de roupas se estendiam. Na vitrine espelhada, pude ver meu reflexo: uma garota de cabelos pretos curtos, rosto e olhos castanhos tristes, um pouco baixinha e magra me encarava. Suas calças jeans estavam sujas, sua camiseta molhada. Seus tênis, outrora brilhantes e limpos, estavam encardidos e sujos. Ela torceu as mãos, nervosa. Depois virou-se para a frente e saiu caminhando na direção do estranho e sua moto.
Ao me aproximar dele, tropecei. Ele me segurou habilidosamente com uma das mãos e deu uma risadinha.
- Calma, boneca – disse ele – Nem nos conhecemos e já está caindo?
- Eu estou meio alta – comentei, desviando o olhar. Era enervante não poder ver seus olhos, escondidos atrás dos óculos.
- Percebi – disse ele, e subiu na moto. Olhou pra mim – Vai subir ou vai ficar plantada aí feito uma árvore?
- Para onde você vai me levar? – perguntei. Ele riu.
- Dar um passeio pela cidade numa noite de lua cheia parece legal, não?
Olhei para cima. A lua cheia iluminava-nos.
- Certo, então – falei, com descaso. Andaria com ele até que sentisse que as coisas iam longe demais, e então iria embora, como fazia com todos os outros. A essa altura, podia sentir o efeito da bebida passando, e um cansaço incrível se apoderando de mim. Mesmo assim, subi na moto.
Nós passamos pela cidade de Seattle num piscar de olhos. Rapidamente, ele cortava entre os carros, rindo. Eu estava assustada, mas permaneci calada.
Ao chegarmos no subúrbio, onde não havia luz, só prédios abandonados e pequenas casas, ele parou a moto. Eu desci dela, e ele desceu também. Encostou-se nela novamente.
- Diga-me, senhorita. – eu odiava quando me chamavam assim – Você acredita em monstros?
- Não – respondi prontamente.
- Acredita no bem e no mal?
- Sim.
- Como assim?
- Acho que... O bem é algo que todos almejam, mas ninguém move um dedo para alcançar. Este mundo onde vivemos hoje... – olhei em volta – É o próprio mal. É o inferno.
- Como garotas de dezesseis anos foragidas e bêbadas, certo?
Eu gelei. Ele nem sabia meu nome. Teriam meus pais mandado-o para me “resgatar”?
- Você deve ter seus motivos para ser assim. Mas sei que não é assim por dentro. Está forçando a si mesma a aceitar um papel, que não lhe pertence.
“Ufa”, pensei. “Ele está apenas dando palpites. Não sabe quem sou”.
- Deveria tentar ser você mesma. Seria muito mais feliz.
- Você não me conhece para me dar conselhos – rosnei. Eu estava começando a me aborrecer. E as lágrimas forçavam-se a sair. Eu as segurei. Porquê estava com tanta raiva? Porque estava chorando? Porque tudo o que ele falava era verdade.
Eu odiava a mim mesma por fingir o que eu era, e não ser eu mesma.
- Você sacrificaria sua vida, seu livre-arbítrio, em busca do seu sonho?
Eu o encarei, perplexa.
- Em busca do seu mundo perfeito?
Baixei a cabeça. E a palavra escapou de meus lábios:
- Sim.
Ele sorriu. E por fim tirou os óculos.
- Menina tola, egoísta.
Eu me afastei. Seus olhos, eles eram vermelhos! Como... Como...
- Sangue... – murmurei, perplexa.
- Seu mundinho perfeito nunca se tornará real. Mas você... É a tola perfeita.
- Para quê? – perguntei, aos gritos, de tão assustada que estava.
Ele sorriu malevolamente.
- Para livrar de mim esta maldição!
Ele pulou sobre mim.
Seus dentes cravaram-se em meu pescoço. Eu gritei, em desespero, mas ele tapou minha boca com sua mão branca. Sua pele era extremamente fria, e me deu calafrios. Ele rasgava meu pescoço, e eu sentia uma dor, como fogo em brasa, espalhando-se pelo meu corpo.
Ele largou-me no chão. Caí de costas, já gemendo e gritando, com as duas mãos sobre o pescoço. Aquela dor... Nunca havia sentido nada assim. Eu comecei a me debater, e ele me segurou, sorrindo. Sangue, vermelho brilhante, escorria de seus lábios e por seu pescoço. Ele era simplesmente perfeito, com cabelos castanho claros lisos e rebeldes. Mas seus olhos o transformavam de um anjo para um demônio, de olhar feroz e sorriso malicioso.
Ele agarrou meu braço e começou a me puxar por ele, arrastando-me no chão, feito uma boneca de trapos. E sussurrou:
- Bem vinda ao meu mundo.


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Nov 24, 2010 11:13 am

Nossa, coitada da Mari.
Eu achei ela meio estranha, mas quem é normal? xD

Citação :
A vida é uma droga, e aí você morre.

Adoro o jeito que essa frase me lembra do Jacob... xD
Jake *------*


Vai ter lobis na fic? (:






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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Nov 24, 2010 11:20 am

xD
Fiz ela parecida comigo e com a Mari do GC ME CHAMOU DE ESTRANHA DDD: Nada que eu não sabia xD
É que ela está meio que com problemas emocionais, pela fuga de casa... Mas no finzinho do capítulo ela fica mais normal xD

Vão ter sim... Reparou que ela está em Seattle? Depois ela vai pra Forks... E o que acontece quando chegam novos vampiros em Forks? *------*

SEM MAIS SPOILERS POR AQUI, PRÓXIMO CAPÍTULO NO FIM DE SEMANA :X
xD


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Nov 24, 2010 1:55 pm

Anne, no momento, n tenho tempo para ler, pq ja to saindo, mas vim aqui avisar de q n eskeci da fic, achei a ideia mt boa e q vou ler assim q der ok?
^^




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Nov 24, 2010 9:02 pm

Anne gostei muito e tbm curto esse lance de magia e talz.
Butttttt eu escolhi ser vampira é mais fods (eu acho)
tenho muitas amigas bruxas e amo elas (quase morri mas blz).
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Alice F. P. von Rozen
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qui Nov 25, 2010 5:53 am

Cami Cullen escreveu:
Anne, no momento, n tenho tempo para ler, pq ja to saindo, mas vim aqui avisar de q n eskeci da fic, achei a ideia mt boa e q vou ler assim q der ok?
^^
Certo Cami \õ/

Victória Volturi escreveu:
Anne gostei muito e tbm curto esse lance de magia e talz.
Butttttt eu escolhi ser vampira é mais fods (eu acho)
tenho muitas amigas bruxas e amo elas (quase morri mas blz).
Vlw Vick *-*
Nessa fic os bruxos e vampiros estarão mais próximos que nunca mas os vampiros vão estar em vantagem... Breve vocês saberão porquê xD

@EDIT: PRÓXIMO CAPÍTULO PRONTO, SAI NO SÁBADO! *---*'
@EDIT2: BBA CAPÍTULO PRONTO, SAI AMANHÃ! *---*'²
@EDIT3:USERBAR DA FIC PRONTA! CONFIRAM NA PRIMEIRA MENSAGEM DO TÓPICO! *¬*


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qui Nov 25, 2010 9:01 am

legal...esperando
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Sex Nov 26, 2010 8:54 am

li e amei Anne! *---*

simplesmente perfeita, com uma descrição e uma narração incrivel, amei. ^^

to pegando a bar e esperando o prox. \o/




Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Sex Nov 26, 2010 4:30 pm

Li Anne, muito legal! Gostei muito mesmo!
Esperando o próximo. ^^





I still remember the world from the eyes of a child. Slowly those feelings were clouded by what I know now...
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Sex Nov 26, 2010 7:27 pm

e.e Mt estranho(FODÃAO!) xD, vampiro cruel e.e bicho sem coração vou cortar a cabeça dele...u.u




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Sab Nov 27, 2010 10:01 am

Cami Cullen escreveu:
li e amei Anne! *---*

simplesmente perfeita, com uma descrição e uma narração incrivel, amei. ^^

to pegando a bar e esperando o prox. \o/

Briigada Cami *-----*

G_Volturi escreveu:
Li Anne, muito legal! Gostei muito mesmo!
Esperando o próximo. ^^

Valeu G! *-*
A espera acabou! xD

M. Hale Volturi escreveu:
e.e Mt estranho(FODÃAO!) xD, vampiro cruel e.e bicho sem coração vou cortar a cabeça dele...u.u

você terá a oportunidade de fazer isso no futuro >:]

Capítulo novo! *-*


Capítulo Dois: Fogo Maldito

“A tênue linha que separa
A luz da escuridão
A loucura da razão
Está prestes a quebrar...”


Uma tênue parte de minha mente tinha consciência de que eu estava sendo arrastada.

Mas isso era insignificante, comparado ao fato de que eu estava queimando viva...
O rapaz me arrastou por algum tempo, tanto que eu até perdi a noção. Cada músculo do meu corpo queimava de dor. Era como se alguém tivesse ateado gasolina no meu corpo e me jogado dentro de uma fogueira gigante. O calor também me enlouquecia.
Senti que passava da rua para um cômodo escuro. Talvez ele estivesse entrando em um dos armazéns abandonados. Ou mesmo em uma casa. Eu fechei os olhos. Um zumbido agudo latejava em meus ouvidos. Em nenhum momento ele afrouxou a mão com a qual puxava meu braço, que já estava dormente.
E então, se possível, tudo ficou ainda mais escuro. Descemos um lance de escadas, minhas costas machucadas ao trombarem com os degraus. As lágrimas desciam por meu rosto e eu gritava: de medo, de dor, de ódio, de desespero...
Ao descermos as escadas, ele me largou no chão. Minha cabeça quicou contra o piso de madeira. Permiti-me abrir um pouco os olhos.
Ele mexia em um molho de chaves, procurando uma em especial. Ao encontrá-la, abriu a grossa porta de aço que estava à sua frente. E então se voltou para mim.
- Seja bem vinda ao seu novo lar! – e deu um sorriso feliz. Aquilo me deu calafrios. Ele estava mesmo falando sério?
Nesse meio tempo a dor ficou tão forte que comecei a bater a cabeça no chão, aos gritos. Ele riu, maliciosamente.
- Não faça isso. Vai precisar da cabeça depois! – e, com um chute, empurrou meu corpo para dentro do quarto e trancou a porta. O escuro lá dentro era total; e havia um cheiro estranho também. Meu corpo, minha alma, tudo queimava; minha cabeça doía, e eu chorava. Ouvi seus passos subindo a escada. Ele estava fora de meu campo de audição.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH! TIRE-ME DAQUI! ME AJUDE! POR FAVOR! – gritei, desesperada, em meio as lágrimas. Eu não sabia o que fazer. Ainda de olhos fechados, tateei em volta. Percebi que estava num quarto, quatro paredes nuas, sem nada lá dentro. Somente eu e aquele fogo maldito. Encostei-me no canto da parede mais afastada da porta e pus a cabeça entre as pernas. Tentei respirar uniformemente, mas ofegava de dor. Minha cabeça parecia que ia explodir. Meu corpo, meus braços, minhas pernas, tremiam violentamente de dor. Minha garganta estava seca, talvez de tanto gritar. Mas não havia água, comida, ou nada no quarto. O que eu faria?

Em alguns momentos, a dor diminuía gradativamente, possibilitando-me pensar. E eu me perguntava: “O que aconteceu? O que diabos é aquele rapaz? O que ele fez comigo? O que vai acontecer comigo?”. Perguntas para as quais eu não encontrava resposta.

E então pensava em Jeff e todos os outros idiotas. A esta altura, eles deviam estar na boate. Eu deveria estar com eles.
Em outros momentos, a dor alcançava um nível tão forte que eu me surpreendi de não estar me desfazendo em pó. Era como se alguém tivesse me prendido à uma camisa de força em chamas. Eu agia feito um animal selvagem, descontrolado, batendo minha cabeça à parede e gritando por ajuda. Outras vezes, eu nem sabia o que gritar, e acaba dando urros enfurecidos, tentando segurar a cabeça no lugar.
Não tenho noção de quanto tempo se passou. Talvez tenham sido 24 horas. Ou 48 horas. Mas não passava de três dias, eu tinha certeza.

O interessante é que eu não sentia fome. Enquanto me deitava no chão, encolhida, tremendo e chorando, queimando no fogo, eu não sentia a mínima vontade de comer. Aliás, quando pensava em comida, vinha uma estranha ânsia de vômito.
O mesmo acontecia quando eu imaginava se tinha vontade de usar o banheiro. Não, não tinha. Beber água? Me dava nojo só de pensar.
Mas minha garganta ardia. Isso não seria sede? Então, porque eu não sentia o desejo de beber água? Era outra pergunta sem resposta. A cada segundo, minha garganta parecia inchar, dobrar de tamanho, e meus gritos ficavam mais guturais.

Acho que tive alucinações algumas vezes. De fato, vi em minha mente duas estradas, ambas guardadas por homens. O da direita, vestido de branco, tinha um rosto bondoso mas distante. O da esquerda, vestido de preto, sorria misteriosamente. Ele me dava arrepios, mas me atraía. O mistério sempre fora uma de minhas características favoritas.
Enfim, as estradas eram idênticas, mas os homens eram totalmente diferentes, a não ser na idade. Ambos pareciam ter, no máximo, uns 22 anos.
Precisei de algumas horas para entender o que significava aquela visão atormentadora... Dois caminhos... Duas pessoas, de branco e de negro... Eram, claramente, Deus e o Diabo.
Eu nunca acreditara na religião. Nem no Paraíso, repleto de anjos e em um Deus bondoso e misericordioso, que assistia a todo o sofrimento pelo qual passávamos na Terra sem levantar um dedo, e nem no Inferno, cheio de dor, gritos e pequenos demônios alados, nem mesmo no próprio Diabo, com seu tridente vermelho pontiagudo e seus chifres. Se eles existiam? Ótimo. Se eu acreditava em algum deles? Jamais.
Eu acreditava, sim, em um ser maior. Que pode ver a todos que vivem neste planeta miserável, que pode ver todas as mentes, os corações, seus sonhos e desejos. Que sabe quem merece uma segunda chance, quem tem bondade em seu coração... E sabe quem são os monstros.
O próprio planeta já era o Inferno. Filhos matando pais, pais estuprando filhas, psicopatas na internet, seduzindo crianças e adolescentes, aproveitando-se de sua mente fértil e esperançosa... Assassinos, ladrões, mentirosos, corruptos... Isso já era o Inferno.
Se eu tivesse de escolher, preferia ficar no vácuo. Boiando numa dimensão bem longe, onde todos pudessem ser eles mesmos, sem fingir, sem mentir, sem chorar. Sem corações partidos.
Essa visão infantil ainda me fazia acreditar que existe um verdadeiro amor.

Sempre achei que todas as pessoas no mundo possuem uma alma gêmea. Alguém que se combina perfeitamente. Alguém que lhe entende. Que não irá desistir. Que lhe ama e lhe preza acima de tudo. Que não lhe ama apenas carnalmente, apenas pela sua aparência ou sente-se atraído pelo seu corpo. Ele lhe ama espiritualmente também. E, com a mesma certeza de que esse alguém existia, eu tinha certeza de que eu nunca iria encontrá-lo. Afinal, eu não era normal. Talvez eu fosse a única aberração azarenta do planeta que não tinha uma alma gêmea.

E se ele morasse longe de mim? Simples. Eu pegaria um avião, um trem, ou até mesmo um cavalo, para vê-lo. Ou ele faria isso por mim. E se ele não for o que eu acho? Simples. Dê meia-volta.

E se ele não prova o que sente por mim? Simples. Faça-o provar. Se eu for importante para ele do mesmo modo que ele é para mim, ele vai conseguir me provar que me quer. E se ele desconversar e não provar? Simples. Era tudo uma mentira. Dê meia-volta.

Não, eu não sou uma rebelde sem causa. Eu sempre pensara assim. As coisas são tão simples. Porquê, repito, porquê nós, humanos, sempre dificultamos as coisas sem necessidade?

A esperança ainda vivia dentro de mim. Eu sonhava com o dia em que encontraria o amor da minha vida. Apesar de achar que não tinha uma, ainda acreditava no acaso. Mas não ficava louca com isso. Eu iria esperar. Não me importava de ser solteira agora. Toda a paciência iria valer a pena. Ele valeria a pena.
Ou pelo menos era o que eu esperava.

Em outras alucinações, eu via o rosto flutuante de pessoas ao meu redor, em um fundo negro, enquanto eu flutuava, ainda queimando, naquele vácuo negro. Primeiro minha mãe, Rachel Onette, com seus longos cabelos castanhos lisos voando ao redor de seu rosto. Seus olhos verdes eram vazios. Ela sorriu, cruelmente, ao me ver queimando. E sussurrou:
- Bem feito. Você merece sofrer muito mais, mal-agradecida!
A cabeça flutuante de Bonnie, e seus cabelos pretos longos e lisos presos em seu habitual rabo-de-cavalo, ria histericamente:
- MORRA NAS CHAMAS DO INFERNO, MALDITA! JÁ VAI TARDE!
Meu pai apareceu logo depois. Edwin estava sério, como sempre. E apenas falou três palavras:
- Você me decepcionou.
Eu queria responder. Eu queria gritar com eles, fazer com que sentissem o mínimo da dor que eu sentia, para que não falassem bobagens de mim. NINGUÉM tinha a mínima ideia do que eu estava passando, desde que havia fugido. NINGUÉM tinha o direito de falar nada! NINGUÉM me entendia!
E então novas cabeças apareceram.
O rapaz que me mordera, que havia feito tudo aquilo, me observava, calmamente.
- Você deveria se orgulhar de carregar uma maldição passada por mim.
E então desapareceu. Jeff surgiu, seu cabeço louro sujo balançando.
- Sinto muito. Não queria que acabasse assim.
E uma voz, masculina, carinhosa, falou, de algum ponto às minhas costas:
- Eu não vou abandonar você. Eu não posso mais. E você sabe disso.

Assustei-me. Com exceção de Jeff, aquela voz era a única que fora bondosa. E... Porquê eu não via seu rosto? Aquilo me deixou nervosa. Eu precisava saber quem era ele...
Simplesmente precisava.
E essa alucinação, essa voz carinhosa e preocupada, voltou, ao menos umas dez vezes, para falar comigo. E eu, sempre, me desesperava tentando encontrar seu dono, sempre sem sucesso...

Até que algo me puxou de volta ao mundo real. Se é que ainda existia um mundo real.
A dor estava... Passando? Sim. Estava, decididamente, diminuindo. Eu nem me permiti acreditar. Era bom demais para ser verdade. Meus dedos dos pés e das mãos estavam dormentes, mas não queimavam naquele fogo. Parecia que... Que algo estava puxando toda a dor, e o fogo, para o centro do meu corpo; o coração.
Ainda assim, foi vagaroso. Não sei quanto tempo, mas demorou até que todo aquele fogo estivesse queimando no meu coração, que batia com mais força, e mais devagar, tentando pular pela garganta. Eu levantei os braços. Estava deitada de costas no chão. Meus braços pareciam diferentes. Mas, no escuro, eu não sabia dizer o que era. Abaixei-os novamente.
E então comecei a ouvir.

Eu podia ouvir TUDO num raio enorme ao meu redor. Eu me assustei. Podia ouvir vozes de pessoas conversando, suspiros, bocejos, carros, movimentos, moscas. Eu nunca tivera uma audição tão boa, em parte por causa dos fones de ouvido em volume máximo que eu usava. Mas agora... Era tudo muito claro.
Através de minhas roupas ralas, sentia também o chão embaixo de mim. Sentia cada fibra da minha blusa, minha calça, minhas meias. O chão, todas as suas rachaduras e erros, eram sensíveis ao meu corpo. O que diabos estava acontecendo?
E meu coração deu um solavanco. Tão forte que balançou meu corpo. Mais um.
E então parou.
Eu não sentia necessidade de respirar. Meus pulmões não faziam mais diferença.
E então, uma voz, próxima a porta, murmurou:
- Ora, ora... Parece que o experimento finalmente foi concluído.
Pelo tom de sua voz, havia um sorriso cruel em seus lábios.

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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Sab Nov 27, 2010 10:53 am

e.e Sua fic mistura o sobrenatural e a realidade dos dias de hoje, presumo que eu seja o cara de preto ou a última voz na sua cabeça...Anne...sua criatividade é linda, baseia-se na própria realidade e em seus conhecimentos mitológicos, mesmo que limitados ^^




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Sab Nov 27, 2010 1:05 pm

Nossa, bela história Anne, concordo com tudo que o Matt falou.

Ficou show! Very Happy


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Dom Nov 28, 2010 5:12 am

adorei o cap Anne.

ja tenho uma ideia de quem seja o cara da voz carinhosa, como o Matt disse, acho q é ele, mas tem mais do q isso por traz dessa voz.

é só esperar e ver se estou certa a respeito disso ou n. ^^




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Dom Nov 28, 2010 5:37 am

Anne, ótima fic, li os dois capítulos e estão muito bons.

Continua.
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Dom Nov 28, 2010 7:21 am

Muito bom o capítulo Anne, descrição perfeita. ^^





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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Seg Nov 29, 2010 8:00 am

wou ficou muito bom continua Anne
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Ter Nov 30, 2010 4:45 pm

Droga, tinha esquecido de postar capítulo novo e.e
Aw, brigada gente *---* Primeira fic séria de Twilight que eu escrevo \õ/
Sem mais delongas, cap novo!


Capítulo Três: O Calabouço

“As estrelas conseguem brilhar no céu escuro
A lua, majestosa, reflete-se no mar
Se a luz e a escuridão conseguem viver juntas
Porquê eu não posso ter uma chance para arriscar?”


- O meu nome é Levy. Desculpe por não ter falado antes.

Ele estava sentado, no meio do quarto, ao meu lado. Eu ainda estava deitada, de olhos fechados. A mão dele segurava a minha.
- Acabou. Pode abrir os olhos.
Vagarosamente, eu obedeci. Abri os olhos. E, feito uma câmera com um belo sistema de zoom, pude ver tudo, até a poeira, as teias de aranha e as próprias aranhas de 3 centímetros que caminhavam no teto. Virei os olhos para ele.
E foi como se eu nunca o tivesse visto. Seus cabelos castanho claros estavam brilhantes. Seus olhos vermelhos cintilavam. Seu corpo, musculoso, destacava-se, pois ele não usava camisa, apenas uma calça jeans surrada e tênis. Ele sorriu, falsamente.
- Bem vinda.
- Bem vinda a o quê? – perguntei, e calei-me. De quem era aquela voz? Aquela voz tão bela e perfeita, como sinos de vento, doces e ritmados, como uma canção... Não podia ser minha. Minha voz era esquisita. Meus amigos costumavam dizer que eu teria talento como dubladora de animes.
- Ao novo mundo, claro. Parabéns, recém-criada.
Recém... Criada? O que aquilo significava? Ele se aproximou de mim, e a próxima coisa da qual me lembro foi estar agachada no canto do quarto, rosnando.

Espere um pouco. Como cheguei aqui? Eu não estava deitada ali? E porque estou rosnando? Algo em minha mente gritava: PERIGO, PERIGO. Onde estava o perigo?
Observei Levy. Ele levantou-se e cruzou os braços, levemente ofendido.
- Não seja hostil comigo – reclamou.
- Você foi hostil comigo. Você me mordeu. Você me arrastou rua abaixo até aqui. VOCÊ ME LARGOU AQUI PRA QUEIMAR NESSE INFERNO! – antes que pudesse perceber, eu estava gritando.
Ele sorriu.
- Você tem todo o motivo para estar brava. Mas, veja bem, sou a única pessoa que você tem agora. Se eu fosse você, seria uma boa menina e ficaria quietinha. – ele piscou.
Lentamente, voltei à uma posição normal, de pé. E percebi que não tinha necessidade de sentar. Nem de fazer nada.
- Certo... Muito bem – disse ele, como se estivesse adestrando um cão – Agora me escute. Sei que é difícil de acreditar, mas... Você é uma vampira.
- Hum... Certo. E você é um elfo. – respondi. A voz de sinos de vento tilintou, irônica. E então percebi que ela realmente saía da minha garganta. Ele suspirou. E saiu do quarto rapidamente. Do mesmo modo, retornou, trazendo um espelho simples, de corpo inteiro, coberto por um lençol. Ele viu a surpresa em meus olhos.
- Super velocidade. Você tem também. Agora olhe para isto... – e tirou o lençol do espelho, apontando-o para mim.
Engoli um grito. E então percebi como minha garganta ardia, com sede. Mas a imagem à minha frente obliterou todo o resto de minha mente.

No espelho, de pé, estava o ser mais belo que havia visto em minha vida. Nem as modelos da Victoria Secrets competiriam com ela. Era como uma fada... Era a mulher mais bela... Mais perfeita...
Ela não era alta. Tinha uma estatura mediano-baixa. Seus cabelos pretos brilhantes curtos iam até um pouco abaixo dos ombros. Sua pele branca emitia um brilho leve; as curvas de seu corpo eram perfeitas, nem gorda, nem magra, perfeita. A elegância emanava dela, fazendo com que até suas roupas surradas tivessem algum estilo. Experimentei sorrir. A bela moça fez o mesmo, exibindo dentes brancos perfeitos, covinhas adoráveis. Ela era realmente fofa.
Mas algo em sua aparência me assustou. Os olhos. Antes castanhos, agora eram vermelhos, feito sangue, feito fogo. Brilhantes e assustadores, até um pouco demoníacos, eles estavam calmos, mas imaginei o efeito que teriam se estivessem assustados ou enfurecidos.
Dei um giro. Perfeito, feito uma bailarina, ritmado, a moça fez o mesmo. Neste momento, Levy me fez companhia na frente do espelho, e eu estava ciente de tudo nele, tudo que minha visão melhorada e minha audição biônica me permitiram. Ele sorria, alegremente.
- Você é a vampira mais bela que já vi em minha vida. E olhe que 200 anos são muito tempo!
Eu o olhei, assustada.
- Você...
- Sim, eu tenho 200 anos, mas a aparência de 20. Simples assim. – ele riu.
Voltei meu olhar para o espelho. A moça me acompanhou, confusa.
- Soque o espelho! – disse ele, achando tudo muito divertido – Quebre-o! Me mostre sua força!
Eu hesitei. Mas, a mesma coisa que ele queria, eu queria também. Testar aquela força. Com um passo, chutei o espelho, que foi arremessado contra a parede e afundou nela, devido á força que usei. Ele assobiou baixinho.
- A verdadeira força de uma recém criada. Toda minha. – ele sorriu.
Eu ainda o observava. Ele se sentou novamente.
- Sente-se – fez um gesto para o chão. Sentei-me.
- O que... O que é tudo isso? – perguntei, atônita. A voz de sino dos ventos tilintava; Levy sorria.
- Você é uma vampira. Eu a transformei quando lhe mordi.
Eu ainda não conseguia entender.
- Mas... Vampiros são criaturas místicas. Eles não existem de verdade... Existem?
Levy pigarreou, irônico.
- Esse é o motivo pelo qual estamos aqui. Sim, eles existem.
Permaneci calada, então ele continuou falando:
- Os vampiros possuem visão, audição, tato, olfato e paladar muito aguçados. Não se alimentam de comida, não bebem água nem usam o banheiro. Possuem extrema força e velocidade. Não praticamente indestrutíveis. E belos, perfeitos. Os predadores perfeitos...
Eu ouvia cada palavra, embevecida...
- ...pois tudo neles atrai a sua presa – ele riu.
Ainda atônita, perguntei:
- E... Se não bebemos água nem nos alimentamos...
- Nós bebemos sangue. Ele nos mantém alimentados. Existem alguns vampiros, psicóticos, eu acho, que bebem sangue de animais, pois se recusam a beber sangue de humanos. Os olhos deles são amarelados. Os que bebem sangue humano, que é mais forte, tem os olhos vermelhos. Se estamos famintos, nossos olhos escurecem gradativamente.

Cada nova informação era armazenada em meu cérebro sem que eu me desse conta.
- Você só é vampira há um dia, então até o fim de seu primeiro ano, é uma Recém Criada. Possui mais força, mais velocidade do que o normal, e menos controle também. É mais perigosa – ele sorriu, feliz consigo mesmo. Então ele segurou minha mão – Mas, não se preocupe. Tomarei conta de você...
- Como? – perguntei. Ele se levantou. Caminhou até a porta, e olhou para trás.
- Você nunca poderá sair daqui.
Eu me levantei, enraivecida. É claro que eu iria sair dali. Estava cansada daquele lugar. A cada segundo que ficava ali, as lembranças do fogo ficavam mais fortes. Mais nítidas.
- Porquê? – perguntei, furiosa. Ele avançou de volta para mim, toda a sua simpática serenidade se esvaindo. Ele assumia a máscara do predador. Encurralou-me contra a parede. E, com o rosto a apenas alguns centímetros do meu, ele sussurrou:
- Eu criei você. Eu faço com você o que bem entender.
Seu hálito doce enchia meu rosto. O que era aquilo? Hortelã?
- Eu posso sair a hora que quiser! – tentei ameaçar, mas sem muito sucesso. Ele gargalhou.
- Se você sair daqui sem minha permissão, você irá explodir em chamas. Em cinco dias após a fuga. Entendeu?
Permaneci quieta. Ele chegou mais perto. Estávamos perto de nos beijar, praticamente.
- Essa é a regra. Se trair seu criador, tem cinco dias para se arrepender e retornar. Senão, já era.
Ele sorriu, maliciosamente.
- E você explodirá em chamas. Você não quer, certo? Voltar a sentir aquela dor excruciante... Aquele fogo queimando seus músculos, seus órgãos, sua sanidade... Seria demais, não?
Engoli em seco. Não queria nunca sentir aquilo de novo. Ele assentiu, repentinamente feliz.
- Boa menina.
Foi até a porta, virou-se e me deu uma piscada. Desviei o olhar, enojada. Ele gargalhou novamente e saiu, trancando a porta.

Eu podia quebrar aquela porta. Eu podia parti-lo em mil pedaços. Eu podia desaparecer dali.
Mas o que faria? Pra onde iria? Não tinha ninguém. E, provavelmente, não poderia procurar Jeff e os outros vagabundos em busca de ajuda. Eles nem me reconheceriam.
Desabei no chão. Não sentia necessidade, podia passar o resto do dia todo em pé. Mas senti que era melhor sentar.Ainda queria conservar o mínimo de humanidade em mim, e coloquei a cabeça nas mãos novamente...
Desde então, uma vez por semana, ele me trazia um corpo humano desacordado. Me ensinou como morder e sugar todo o sangue de uma vez. E meus olhos foram ficando cada vez mais vermelhos.
O gosto do sangue... Foi algo inimaginável. Meu paladar, melhorado, sentia cada diferença no sangue. Ele mudava de gosto, ficava mais azedo, ou mais pastoso se seu dono havia ingerido álcool ou remédios. Isso fazia o sangue perder o gosto para mim, e não me satisfazia completamente. Eu sempre precisava de mais; a sede nunca acabava, fosse o sangue saudável ou não.

Percebi que ele apenas trazia homens, a maioria jovens para mim. Como ele fazia aquilo? Eles nunca estavam machucados. Apenas desacordados.
Doía em mim tirar vidas humanas para me manter como um monstro. Mas era necessário. Enquanto eu estivesse ali, naquele calabouço, mais pessoas morreriam.
Mas e a regra dos cinco dias? Eu morreria se fugisse.
E porquê isso era tão ruim? Viver como um monstro, presa... Talvez fosse melhor morrer. Finalmente, ir embora, e nunca mais voltar...
Deixar todos os meus sonhos para trás...
Se é que algum deles havia sobrevivido.


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Dez 01, 2010 4:04 am

Nossa, mara o capítulo Anne! Very Happy

Tá phod's a vida da recém-craida ai, até imagino o que esse cara deseja. =/

Continua, tá show! \o/


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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Dez 01, 2010 9:33 am

cara, mt bom! *---*

sua descrição é perfeita Anne, td é perfeito.
tbm imagino Lipe. ^^'




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Dez 01, 2010 9:54 am

*medo*

xD Fic louca...quero ver vc matando muita gente e bebendo muito sangue...mas nao fique que nem o Riley õ///




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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qua Dez 01, 2010 1:57 pm

Capítulo perfeito Anne!
Tá phod's a vida da recém-craida ai, até imagino o que esse cara deseja. =/²

Continua. \o/





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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   Qui Dez 02, 2010 6:46 am

wouuu ta mara *-*

To até vendo onde isso vai parar
Continua Anne
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MensagemAssunto: Re: Crystal Energy I - The Warlock   

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Crystal Energy I - The Warlock
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